Cultura

Doclisboa traz 172 filmes para ver de 20 a 30 de outubro

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Chega este mês à capital mais uma edição do Doclisboa. O maior festival de documentários português começa dia 20 de outubro e ao longo de dez dias vai trazer a Portugal 172 filmes de 33 países diferentes.

O Doclisboa realiza-se desde 2004 com o objetivo de incentivar a criação e a descoberta de novos cineastas. Este ano vão estar em competição 17 primeiras obras, das quais quatro são portuguesas. A competição portuguesa conta, no total com seis longas e médias metragens.

Este ano vai voltar a haver um filme português na competição internacional. “É Na Terra Não É Na Lua”, de Gonçalo Tocha, será a obra a concurso, sobre os habitantes da ilha do Corvo. Ao seu lado vão estar Vol Spécial, de Fernand Melgar, Territoire Perdu, de Pierre-Yves Vandeweerd, Sonnensystem, de Thomas Heise e Tahrir, de Stefano Savona, entre muitos outros.

A programação do festival – clique aqui para ver a programação completa – vai estar espalhada por seis prestigiadas salas lisboetas: a Culturgest, o Cinema São Jorge, Cinemateca Portuguesa, Cinema Londres, Teatro do Bairro e Cinema City Campo Pequeno.

Além de assistir aos documentários, o público pode ainda participar em workshops e conversar com os realizadores, em encontros informais, informa a organização do festival. Durante o festival, os realizadores presentes nas sessões estarão disponíveis para debates e encontros com o público – Frederick Wiseman, Ross McElwee, Fernand Melgar, Thomas Heise e muitos outros convidados.

Na secção Investigações destacam-se produções como Guantánamo – You Don't Like the Truth – 4 Days inside Guantánamo, de Luc Côté e Patricio Henríquez, ou Rechokim, de Ruthie Shatz e Adi Barash sobre a situação dos palestinianos em Israel.

A secção Riscos traz este ano Aterro do Flamengo, de Alessandra Bergamaschi, e O Nosso Homem, de Pedro Costa. E na secção Heartbeat o Doclisboa celebra a diversidade musical, com 13 filmes inéditos em Portugal, entre os quais o filme mais recente de Martin Scorsese sobre George Harrison.

Será também apresentada uma homenagem a dois grandes cineastas que nos deixaram em 2011: Richard Leacock, com Monterey Pop, e Thomaz Farkas, com Pixinguinha.

Outro ponto alto do festival é a presença da realizadora Agnès Varda que vem apresentar o seu filme Agnès de ci de là Varda (Episode 1/b Berlin – Boston – Marker – Nantes – Portugal), uma estreia mundial, no dia 26 de Outubro, às 21h30 no Grande Auditório da Culturgest. Este é um episódio da série de cinco crónicas filmadas e comentadas por Varda durante as suas viagens, nos últimos dois anos

Serão ainda feitas três retrospetivas: a primeira sobre os Movimento de libertação em Moçambique, Angola e Guiné-Bissau; a segunda sobre Jean Rouch; e finalmente dedicada a Harum Farocki.

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