Ciência

Descobertos genes que distinguem tipos de leucemia

O investigador Carlos Manuel Santamaría, da Universidade de Salamanca, identificou um conjunto de novos genes que permitem diferenciar as leucemias mais agressivas das de evolução mais lenta, noticia a agência EFE.
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O investigador Carlos Manuel Santamaría, da Universidade de Salamanca, identificou um conjunto de novos genes que permitem diferenciar as leucemias mais agressivas das de evolução mais lenta, noticia a agência EFE.

Esta nova descoberta possibilita “um acompanhamento mais rigoroso da evolução da células tumorais que permanecem no organismo do paciente após a quimioterapia” e, como tal, podem ajudar a identificar sinais de alerta para prevenir futuras recaídas.

Centrado nos pacientes com leucemia mieloblástica aguda, um tipo de cancro que afeta o sangue e que atinge maioritariamente a população adulta, o estudo dá conta da descoberta de “cinco novos genes que permitem dividir esses pacientes em grupos de risco e detetar os níveis críticos ou sinais de alerta noutro tipo de leucemia, o M3”, avança a EFE.

Dada a complexidade da doença, Carlos Manuel Santamaría assegura que “quanto mais bem definidos” forem o diagnóstico e a classificação das leucemias, “mais facilmente” será aplicada “uma abordagem terapêutica mais específica” para cada caso clínico.

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