Ciência

Comissão Europeia apoia cinco cientistas portugueses

O Conselho Europeu de Investigação (CEI) vai apoiar 328 cientistas, de vários países, com 485 milhões de euros para projetos de investigação. Deste grupo fazem parte cinco portugueses. Cada projeto receberá, em média, 1,5 milhões de euros.
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O Conselho Europeu de Investigação (CEI) vai apoiar 328 cientistas, de vários países, com 485 milhões de euros para projetos de investigação. Deste grupo fazem parte cinco portugueses. Cada projeto receberá, em média, 1,5 milhões de euros.

Este financiamento vai permitir que os cientistas consigam construir várias equipas de investigação. A estimativa da Comissão Europeia é de que, no final do apoio, estejam envolvidos, no total, mais de 1.400 alunos de doutoramento e pós-doutoramento.

O financiamento vai ser distribuído ao longo de cinco anos, com um máximo de dois milhões de euros por projeto. Algumas das ideias apoiadas são por exemplo, têxteis eletrónicos alimentados pelo calor do corpo, ou a melhoria dos interfaces dos computadores. 

No site do CEI são destacados alguns dos projetos apoiados como, por exemplo, uma investigação na área dos têxteis capazes de gerar energia a partir do calor do corpo ou um projeto que pretende melhorar o interface dos computadores de forma a tornar a sua utilização mais simples. 

Portuguesa desenvolve sensores para detetar infeções

O CEI dá também destaque à investigação da portuguesa Ana Roque que vai receber 1,5 milhões de euros para desenvolver sensores que identifiquem rapidamente infeções bacterianas. Antecipando a deteção e identificação será possível salvar vidas, sobretudo no que diz respeito a doenças como a tuberculose. 


Em Portugal, serão ainda apoiados Nuno Alves e Ana Carvalho, ambos do Instituto de Biologia Molecular e Celular, Megan Carey, da Fundação Champalimaud, e Raquel Oliveira, da Fundação Calouste Gulbenkian. 
 

Para Carlos Moedas, responsável pela Investigação, Inovação e Ciência, “para criar a inovação e o crescimento de amanhã, a investigação de ponta é obrigatória. Com este projeto, o Conselho Europeu de Investigação estimula a próxima geração de cientistas excelentes […].”, de acordo com um comunicado divulgado pela Comissão Europeia.

No total, as bolsas serão atríbuidas a investigadores oriundos de 38 nacionalidades e de 180 instituições com sede nos Estados-membros da União Europeia, mas também a 40 cientistas provenientes da América, da Ásia, da Austrália, da Nova Zelândia e da Rússia.

A maioria dos projetos são da Alemanha (70), do Reino Unido (55), de França (43) e da Holanda (34). A idade média dos investigadores é de cerca de 35 anos.

A atribuição destas bolsas insere-se no âmbito do programa europeu Horizonte 2020, gerido por Carlos Moedas, que já atraiu mais de 3 mil projetos de investigação. Até ida 03 de Fevereiro estão abertas as candidaturas para novas bolsas do  Conselho Europeu de Investigação.

Conheça melhor alguns dos projetos apoiados aqui.

Notícia sugerida por Maria Pandina

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