Ambiente

Cinco crias de chita nasceram no Zoo de Lisboa

A família de felinos do Jardim Zoológico de Lisboa acaba de ganhar uma mão cheia de novos elementos. Nasceram recentemente, no parque temático português, cinco crias de chita, cujo sexo ainda é desconhecido.
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A família de felinos do Jardim Zoológico de Lisboa acaba de ganhar uma mão cheia de novos elementos. Nasceram recentemente, no parque temático português, cinco crias de chita, filhas da fêmea Pintada e do macho Aska e cujo sexo ainda é desconhecido devido à grande proteção dos restantes membros do grupo, nomeadamente da mãe.
 
Em comunicado enviado ao Boas Notícias, o Zoo de Lisboa afirma que “o nascimento destas cinco crias [atualmente com quatro meses e já visíveis ao público] representa um enorme sucesso do projeto de reprodução levado a cabo pelo Jardim Zoológico, especialmente criado para as chitas do parque”.
 
A reformulação da instalação desta espécie e o desenvolvimento de incentivos ao acasalamento foram possíveis graças ao trabalho de uma equipa de arquitetos, veterinários e especialistas portugueses. O projeto teve início em 2010 e, agora, é finalmente possível testemunhar os primeiros resultados.
 
Este trabalho é particularmente importante dado o facto de a chita ser “uma espécie com elevada dificuldade de reprodução devido às condições do habitat natural” e de se tratar de uma espécie vulnerável segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza.
 
Apesar de poderem acasalar em qualquer altura do ano, as fêmeas de chita atraem os machos durante a curta época de cio com os seus miados e, após um período de gestação de 91 a 95 dias, nascem entre uma a cinco crias.
 
As chitas, conhecidas por serem os animais terrestres mais velozes, conseguem atingir os 100 a 120 km/hora, distinguindo-se pelas suas “longas patas” e “cabeça pequena em relação ao tamanho do seu corpo”, além da pelagem amarela com pintas negras.
 
Segundo o Zoo, “esta espécie apresenta hábitos principalmente diurnos e gosta de procurar abrigo no meio da vegetação densa”, alimentando-se essencialmente “da caça de gazelas, impalas, pequenos mamíferos (como lebres) e aves”.
 

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