Saúde

Centro de Investigação Champalimaud é inaugurado

O Centro de Investigação Champalimaud para o Desconhecido é inaugurado esta terça-feira, 5 de outubro, em Lisboa. O novo Centro vai dedicar-se à investigação e tratamento do cancro e à neurociência. A partir de janeiro, quando estiver a funcionar em
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O Centro de Investigação Champalimaud para o Desconhecido é inaugurado esta terça-feira, 5 de outubro, em Lisboa. O novo Centro vai dedicar-se à investigação e tratamento do cancro e à neurociência. A partir de janeiro, quando estiver a funcionar em pleno, irá receber até 300 doentes por dia nas áreas de tratamento e diagnóstico.

Em termos de funcionamento do novo centro de investigação sabe-se que recebe o programa de neurociências em janeiro, enquanto em abril de 2011 entra em funcionamento a área clínica e a investigação do cancro, sobretudo de metástases. Em 2014 ou 2015 o complexo já contará com uma área de internamento.

O Centro de Investigação para o Desconhecido da Fundação Champalimaud está em negociações para firmar um acordo com o Governo de modo a que os doentes oncológicos do Serviço Nacional de Saúde (SNS) possam ser ali seguidos e tratados, conforme adiantou a TSF.

Por vontade do próprio António Champalimaud em testamento, a presidência do novo centro de investigação foi entregue à antiga ministra da saúde, Leonor Beleza, que assumiu o lugar de Presidente da Fundação Champalimaud.

O complexo é composto por dois edifícios, o A onde vão funcionar nos pisos inferiores os centros de diagnóstico e de tratamento, enquanto os laboratórios e os gabinetes dos investigadores estão situados nos pisos superiores, havendo um jardim tropical ao centro.

No edifício B está localizado um auditório, um centro de exposições, um restaurante e os escritórios da Fundação Champalimaud, todos eles ligados ao edifício A por uma ponte de vidro.

Espera-se que o Centro atrai investigadores de todo o mundo que aqui vão encontrar condições de excelência para o desenvolvimento do seu trabalho na luta para encontrar uma cura para o cancro.

De acordo com Leonor Beleza, citada pela TSF, as pessoas não vão ser cobaias das experiências, mas vão elas próprias contribuir para o avanço da cura. Garantiu ainda que as pessoas não vão ser escolhidas por terem mais dinheiro e estão a ser a neste momento negociadas com as entidades quem e em que condições os utentes podem ter acesso aos serviços do centro.

O projeto do complexo da Fundação Champalimaud na zona ribeirinha de Pedrouços, na capital, é de autoria do arquiteto indiano Charles Correa e está orçado em 100 milhões de euros ocupando uma área de 50 mil metros quadrados.

[Notícia sugerida pela utilizadora Céu Guitart]

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