Sociedade

Casamento ajuda a preservar felicidade a longo-prazo

O casamento ajuda as pessoas a manterem-se felizes ao longo dos anos. A conclusão é de um estudo realizado pela Universidade de Michigan, nos EUA.
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O casamento ajuda as pessoas a manterem-se felizes ao longo dos anos. A conclusão é de um estudo realizado pela Universidade de Michigan, nos EUA, que mostra que, embora contrair matrimónio não represente uma “explosão” imediata de alegria, acaba por ser uma proteção a longo-prazo contra a infelicidade.
 
O estudo, que será publicado em Outubro no Journal of Research in Personality, demonstra que o casamento não torna as pessoas mais felizes do que quando eram solteiras mas oferece, em vez disso, uma proteção contra o declínio natural da felicidade durante a idade adulta.
 
Os especialistas responsáveis pela investigação observaram que a felicidade das pessoas que não casaram tende a decrescer com a passagem dos anos, ao passo que a de quem “deu o nó” se mantém, auxiliando os elementos do casal a continuarem estáveis a nível individual.
 
“O nosso estudo sugere que, em média, as pessoas casadas são mais felizes do que teriam sido se não tivessem contraído matrimónio”, afirmou Stevie Yap, investigador do departamento de Psicologia da Universidade de Michigan, em comunicado de imprensa.
 
O resultado foi alcançado enquanto Yap e a sua equipa analisavam dados de milhares de participantes durante vários anos com o objetivo de compreender se a personalidade ajuda as pessoas a adaptarem-se aos momentos mais importantes da vida.
 
De acordo com o especialista, em termos gerais, não existe, porém, associação entre os traços de personalidade e uma melhor ou pior adaptação aos acontecimentos como perder o emprego ou ter um filho.
 
“Trabalhos anteriores defendiam que a personalidade é importante na forma como as pessoas reagem a este tipo de episódios importantes, mas nós descobrimos que não há uma influência consistente das caraterísticas pessoais no modo como as pessoas reagem e se adaptam”, concluiu Stevie Yap.

Clique AQUI para aceder ao comunicado da Universidade de Michigan.

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