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Califórnia: Cão reencontra donos oito anos depois

Chance é um cão que desapareceu de casa, na Califórnia, em 2006. Oito anos depois, em 2014, os donos do animal recebem uma chamada dos Serviços Municipais a dizer que o encontraram, são e salvo.
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Chance desapareceu de sua casa, na Califórnia, em 2006. Oito anos depois, no final de 2014, os donos do animal recebem uma chamada dos Serviços Municipais a dizer que tinham encontrado o animal são e salvo.

Em comunicado, a autarquia da cidade de San Diego (EUA) revela que o cão, da raça Boxer, tinha sido encontrado, pelos Serviços Municipais, a vaguear sozinho perto de uma propriedade, na região de Bonsall, situada na Califórnia, a mais de 300 quilómetros de distância.

Chance foi resgatado e levado para o Canil Municipal, onde foi analisado. Esta análise identificou a presença de um micro-chip no animal, o que permitiu o posterior contato com os donos do cão.

“Eles ficaram estupefatos e muito felizes quando lhes ligámos a dizer que o Chance tinha sido encontrado”, contou Dan DeSousa, diretor dos Serviços Municipais.

Depois de oito anos desaparecido, o animal regressou assim à casa que tinha deixado em 2006. Lila Tatar, dona do cão, contou à autarquia que Chance está a ter uma “boa adaptação” à habitação.

“Recomendo vivamente o uso de microchips nos animais”, defendeu a jovem. “Nunca se sabe quando pode acontecer aquilo que me aconteceu agora com o Chance”, acrescentou Lila, citada pelo mesmo comunicado.

Quando Chance despareceu, há oito anos atrás, a família pensou que o animal tinha sido roubado. Nessa altura, a família Tatar colocou diversos anúncios pelas ruas da cidade, mas não surgiu nenhum sinal do cão, na altura com quatro anos de idade.

Chance ainda se lembrava dos donos e da casa

“Agora, estamos a tentar engordá-lo, apesar de ele estar muito bem”, revela a dona de Chance, que ainda se lembrava da família.

“Quando chegou a casa, começou a andar à volta com o rabo a abanar e responde quando o chamamos”, garante.

Dan DeSousa contou ainda que os empregados do departamento ficam sempre “muito felizes por ver um animal voltar ao seu dono”, mas que esta estória “os tocou especialmente porque se tratava de um reencontro passados tantos anos”.

O diretor salienta por isso a importância de colocar microchip nos animais. “Uma coleira pode sair facilmente, mas um microchip não”, reforça.

Notícia sugerida por Maria Pandina

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