Saúde

Café pode contribuir para aumentar longevidade

Um grupo de cientistas norte-americano concluiu que beber uma chávena - ou mais - de café por dia pode ajudar a reduzir o risco de morte causada por doenças crónicas, como diabetes ou problemas cardíacos.
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Os resultados de estudo publicado recentemente no New England Journal of Medicine vão animar os amantes da cafeína. Um grupo de cientistas concluiu que beber uma chávena – ou mais – de café por dia pode ajudar a reduzir o risco de morte causada por doenças crónicas, como diabetes ou problemas cardíacos.
 
Este é um tema polémico, dado que, até hoje, vários estudos associaram o consumo de café a benefícios para a saúde, ao passo que outros mostraram que a cafeína pode prejudicar o coração devido aos efeitos negativos sobre a tensão arterial ou o colesterol.
 
Investigadores dos National Institutes of Health dos EUA decidiram aprofundar a pesquisa e seguiram mais de 400 mil homens e mulheres saudáveis com idades entre os 50 e os 71 anos por mais de 13 anos, período durante o qual 13% dos participantes faleceram.
 
Em termos globais, a equipa observou que quem bebia café apresentava menores probabilidades do que quem não o fazia de morrer durante o período analisado. Quanto maior a quantidade de café ingerida, menor o risco de mortalidade.
 
“Tem havido preocupações sobre o facto de o café poder aumentar o risco de morte e estes resultados mostram que tal não é necessário”, afirmou Neal D. Freedman, coordenador do estudo e investigador do National Cancer Institute.
 
Até mesmo o consumo moderado de café se mostrou relacionado com melhores probabilidades de sobrevivência. Durante o estudo, o ato de beber uma chávena por dia apareceu associado a um risco 6% menor de morte entre os homens e de 5% entre as mulheres.
 
Segundo Freedman, as vantagens do café podem ter a ver com o facto de este contar com muitos compostos anti-oxidantes promotores da saúde. “Há dados que comprovam que estes componentes podem prevenir a resistência à insulina e diminuir o risco de diabetes”, sublinhou.

Clique AQUI para aceder ao estudo (em inglês).

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