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Cães sobrevivem entre escombros de sismo na China

Um cão preso durante cerca de 77 horas sob os escombros do sismo que atingiu com violência o noroeste da China na semana passada foi salvo com vida por uma das equipas de resgate. Horas antes, outro cão tinha já sido resgatado.
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São mais duas histórias de sobrevivência a emergir de um cenário de catástrofe. Um cão preso durante cerca de 77 horas sob os escombros do sismo que atingiu com violência o noroeste da China na semana passada foi salvo com vida por uma das equipas de resgate chinesas a trabalhar no local. Horas antes, outro cão tinha já sido resgatado após passar mais de um dia entre os destroços.
 
O segundo cão a ser salvo, cujo nome não é conhecido, sobreviveu durante três dias soterrado entre as ruínas do que era a sua casa antes do sismo (e e consequentes réplicas) que abalou a província de Gansu na segunda-feira (22) da última semana, adianta a agência de notícias chinesa Xinhua.
 
De acordo com aquela agência noticiosa, apesar de se encontrar preso, o cão conseguiu manter-se vivo bebendo água da chuva e acabou por ser encontrado e resgatado com sucesso por um dos grupos que recolhiam corpos e procuravam sobreviventes na região de Lalu Village.
 
Este não é, porém, o único caso de “sobrevivência canina” dado a conhecer no rescaldo da tragédia que atingiu o noroeste chinês. Um outro cão, de apenas 18 meses, de nome Xiaohuang, foi encontrado com vida depois de passar aproximadamente 30 horas debaixo de escombros. 
 
Com a ajuda do filho e de vizinhos que passavam pelo local, Zhang Shesheng, o dono do animal, cuja casa ficou destruída pelo terramoto e que ouviu um barulho estranho vindo de entre os destroços, localizou e salvou o cão da família, libertando-o dos escombros ao fim de cerca de 20 minutos.
 
Segundo o que o homem relatou à imprensa chinesa, Xiaohuang encontrava-se em perfeito estado de saúde apesar das circunstâncias e não apresentava quaisquer ferimentos. 
 
Recorde-se que o violento sismo de magnitude 6,6 que abalou a China a semana passada terá causado a morte a mais de 95 pessoas, ferindo mais de 800, que tiveram de ser submetidas a tratamento hospitalar. 

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