Espetáculos e Exposições

Brinquedos Japoneses invadem Museu do Oriente

Monstros, divindades, animais e homens, construídos em diversos materiais, congregam as tradições estéticas, técnicas, sociais e religiosas do Japão e podem ser vistos na exposição "Omocha: Brinquedos Japoneses", patente entre 23 de abril e 11 de jul
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Monstros, divindades, animais e homens, construídos em diversos materiais, congregam as tradições estéticas, técnicas, sociais e religiosas do Japão e podem ser vistos na exposição “Omocha: Brinquedos Japoneses”, patente entre 23 de abril e 11 de julho, no Lounge do Museu do Oriente, com entrada gratuita.

Madeira, argila, pedra, papel, palha ou tecido dão forma a estes objetos de arte popular associados, sobretudo, a crenças religiosas, mas que combinam também elementos xintoístas e budistas.

Trata-se de peças destinadas quer a crianças, quer a adultos, descritas pela palavra japonesa omocha, que significa objetos tradicionais, muitas vezes com uma função lúdica, mas que vão buscar os seus simbolismos às crenças religiosas.

Estes podem ser, ao mesmo tempo, objetos de divertimento, amuletos da sorte, recordação de peregrinações, ou de comemoração de eventos anuais, como festas locais, daí que muitos deles sejam vendidos nos mercados dos templos japoneses.

Apesar de não se saber ao certo quando começaram a produzir-se estes brinquedos tradicionais, existem provas de que, no período Heian (794-1185), o jogo de sugoroku, por exemplo, já era muito popular.

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