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Brasil quer tirar 2,5 milhões de pessoas da pobreza

O programa de combate à extrema pobreza no Brasil foi ampliado para ajudar 2,5 milhões de pessoas que se encontram em situação de miséria.
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O programa de combate à extrema pobreza no Brasil foi ampliado para ajudar mais 2,5 milhões de pessoas que se encontram em situação de miséria. A meta do Governo brasileiro é dar uma nova vida a estes cidadãos garantindo-lhes habitação, inclusão social e acesso aos serviços públicos.
 
A decisão foi divulgada esta semana no jornal Folha de São Paulo que refere que, ainda este mês, a presidente Dilma Rousseff  tomará providências para retirar da pobreza extrema todas as pessoas do Cadastro Único para Programas Sociais, instrumento do Governo que identifica e caracteriza famílias com dificuldades.
 
Tendo inicialmente assinalado 1,6 milhões de pessoas, o programa Brasil Sem Miséria (BSM) pretende agora ampliar a meta de erradicação da pobreza para 2,5 milhões de pessoas, até ao final do ano de 2014.
 
Segundo a Folha de São Paulo, a presidente reconhece que existem pessoas com necessidades que não se encontram inscritas nos programas sociais, sendo que Dilma Rousseff promete “pedir o empenho dos prefeitos e da sociedade para continuar a procurar mais pessoas que vivam em situação de extrema pobreza”.
 
Esta nova ampliação vai também seguir o programa Brasil Carinhoso, projeto lançado em 2012 que pretende retirar da miséria crianças até aos 15 anos de idade. Até ao momento, o Governo brasileiro anunciou resultados positivos de 19,5 milhões de pessoas que conseguiram ver as suas vidas melhoradas.
 
Programa Bolsa Família oferece “alívio imediato”
 
O Governo brasileiro pretende apoiar os 2,5 milhões de pessoas através de um sistema de transferência direta de apoios financeiros para o pagamento de rendas, promovendo “o alívio imediato da pobreza”.
 
Segundo o site oficial do Ministério Ministério do Desenvolvimento Social, o programa Bolsa Família está integrado no plano BSM e tem como foco a atuação junto de famílias com rendas mensais de cerca de 27 euros.
 
Para além deste apoio, Dilma Rousseff anunciou que estas pessoas poderão passar por um processo de inclusão produtiva, sendo-lhes garantido “o acesso a direitos sociais básicos nas áreas de educação, saúde e assistência social”.
 
Para o cumprimento das metas do programa deverão ser desenvolvidas ações complementares que visam o desenvolvimento das famílias, “de modo que os beneficiários consigam superar a situação de vulnerabilidade”.
 
As famílias brasileiras serão apoiadas consoantes as suas dificuldades, o valor de renda mensal e o número de crianças e adolescentes até aos 17 anos que fazem parte dos agregados.

A seleção das famílias que receberão o apoio tem por base os registos do Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal, instrumento que identifica todas as famílias com rendas baixas existentes no Brasil.

 
Clique AQUI para consultar o site oficial do plano Brasil Sem Miséria.

[Notícia sugerida por Sara Sofia Almeida e Vítor Fernandes]

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