Negócios e Empreendorismo

Brasil: Negócios amigos dos animais aumentam lucros

No Brasil há mais negócios a permitir e encorajar os donos de animais de estimação a trazerem os companheiros de quatro patas aos estabelecimentos. A mudança de abordagem levou um restaurante a aumentar a sua faturação.
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No Brasil está a pegar a moda, nos estabelecimentos comerciais, de permitir a entrada de animais de estimação. Uma mudança de abordagem que vem acompanhada, sempre, de uma subida dos lucros, como relata a Globo.

Em São Paulo, o restaurante Bra.do aumentou a sua faturação depois de permitir que os clientes frequentassem o espaço com os seus cães.

O espaço tem música ao vivo, mesas ao ar livre e permite que os animais de estimação façam companhia aos donos, com direito a refeição própria que é oferta do estabelecimento.

"Mesmo as pessoas que não têm animais ficam contentes com este ambiente simpático e acolhedor", disse um dos proprietários do espaço, à Globo, acrescentando que com a abertura aos animais vieram mais clientes e uma subida na faturação.

O mesmo exemplo foi seguido por um centro comercial em Higienópolis, onde os animais até têm direito a bebedouros, elevador exclusivo e um salão de beleza onde entrar e ficar ao lado dos seus donos.

Segundo a Globo, tudo começou quando a dona do salão precisou de levar o cão para o trabalho. Uma cliente viu, gostou da ideia e perguntou se poderia trazer o dela também. A partir daí a entrada de cães passou a ser permitida. Maria Silva, a proprietária do salão, garante que os lucros aumentaram em 40%.

54% das casas portuguesas têm animais

Tal como em Portugal, também os lares brasileiros já registam mais animais de estimação do que crianças. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em cada 100 famílias 44 têm animais de estimação, contra 36 com filhos (até aos 14 anos).

Em Portugal dois milhões de lares familiares (54%) possuem, pelo menos, um animal de estimação. “Portugal já regista, inclusivamente, mais cães e/ou gatos nos núcleos familiares do que crianças”,  segundo dados da GFK divulgados em Outubro de 2015.

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