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Artista tapa buracos em cidades mundiais com legos

Por não gostar de viver em cidades aborrecidas e cinzentas, o artista alemão Jan Vormann decidiu fazer a diferença. Desde então, tem percorrido vários locais do mundo e tapado buracos em paredes e outras partes de edifícios com... peças coloridas.
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Por não gostar de viver em cidades aborrecidas e cinzentas, o artista alemão Jan Vormann decidiu fazer a diferença e lançou o projeto DispatchWork. Desde então, tem percorrido vários locais do mundo e tapado buracos em paredes e outras partes de edifícios com… peças de lego coloridas. A moda pegou e, hoje em dia, Vormann já conquistou diversos “ajudantes” por todo o planeta.
 
O projecto nasceu com o objetivo de “melhorar a aparência dos espaços públicos de diferentes formas”, selando fissuras em paredes partidas de todo o mundo com blocos de construção de plástico, “um dos primeiros materiais com que os arquitetos começam a conceber a profissão”.
 
No manifesto publicado no site DispatchWork, Vormann explica que o propósito não é “desafiar a deterioração” mas, em vez disso, enfatizar o elemento transitoriedade como uma “oportunidade para a construção e reconstrução dos nossos ambientes”.
 
Segundo o alemão, as peças coloridas que tem espalhado por cidades tão díspares como Berlim, Nova Iorque, Santiago do Chile ou Tel Aviv, contradizem e satirizam também “a imposta seriedade das construções na paisagem urbana”, já que, defende Vormann, “dentro de toda essa rigidez há muitas hipóteses de estimularmos a criatividade”.

 
Graças ao sucesso da ideia, Jan Vormann abriu, no site do projeto, a secção “Dispatchers Worldwide”, dando aos seus admiradores a possibilidade de, também eles, darem cor às cidades onde vivem, sejam elas quais forem. Na referida secção, estes artistas amadores podem partilhar as fotografias das suas obras que já chegaram, até, à Grande Muralha da China.
 
Por enquanto, não há, porém, em nenhuma cidade portuguesa, falhas “remendadas” com estas peças coloridas mas, visto que espaços para remendar não serão difíceis de encontrar, o convite está sempre em aberto, sendo possível a todos participarem na iniciativa de forma independente e, claro, gratuita. 
 
Em última instância, Vormann espera inspirar os habitantes das cidades de todo o mundo a focar-se “nos aspetos divertidos e manuais da criação” nas suas vidas diárias e nas amplas possibilidades que existem de “participação na construção da nossa própria realidade”.
 
Clique AQUI para visitar o site do projeto DispatchWork onde poderá ver dezenas de fotografias da experiência em vários locais. 

[Notícia sugerida por Maria Manuela Mendes]

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