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Apoio da ANI é um dos ingredientes secretos na receita da inovação Agroalimentar

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Estes são alguns exemplos de projetos emblemáticos apoiados pela Agência Nacional de Inovação (ANI) no agroalimentar.

O setor tem vindo a crescer de forma sustentada a nível nacional e internacional. O investimento em investigação e desenvolvimento (I&D) tem contribuído ativamente para esta performance e a ANI impulsionou um setor fundamental para a afirmação de Portugal no mercado global da alimentação.

O agroalimentar tem vindo a reforçar a aposta em I&D de base científica e tecnológica. Prova disso é o crescimento de dois pontos percentuais no Portugal 2020, tanto no número de projetos (9%) como no incentivo contratado (8%), face ao anterior Quadro Comunitário de Apoio. Nos incentivos fiscais, o setor representou 9% das empresas apoiadas e 6% do crédito fiscal concedido entre 2008 e 2015. Na mais recente call para projetos mobilizadores, em fase final de análise, a ANI recebeu 5 candidaturas com impacto no setor agroalimentar, com um investimento proposto de 41 M€. No Horizonte 2020, o Programa-Quadro Comunitário de Investigação & Inovação, foram financiados 73 projetos com a participação de entidades portuguesas que captaram já mais de 20 milhões de euros.

Mas o envolvimento da ANI no agroalimentar português não se esgota nos apoios financeiros e fiscais. A agência participa no Prémio Ecotrophelia, através da atribuição de uma distinção Born From Knowledge. Também no domínio da rede EuroAgri do programa EUREKA!, da qual a ANI é membro fundador, empresas e entidades nacionais já viram o seus projetos distinguidos com o selo Eureka, que promove a colaboração internacional em projetos de I&D liderados por empresas e orientados para o mercado.

Nos últimos anos, o agroalimentar tem rimado com inovação de base científica e tecnológica. Empresas como a Novadelta, a Proenol, a Sparos, a Unicer, a Frulact, a Sociedade Central de Cervejas, a Lactogal, a Cerealis e a Sumol+Compal ou instituições como a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, a Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, a Universidade do Porto e a Biocant ilustram bem esta realidade e a capacidade nacional para desenvolver produtos e serviços que marcam pela diferença no mercado.

Existem dois ingredientes secretos que “ligam” esta corrente de transferência do conhecimento dos laboratórios para o mercado: 1. o conhecimento, a prática e a proatividade de quem está no terreno – instituições de ensino superior, centros de investigação, centros de interface e todas as empresas envolvidas: 2. o acompanhamento próximo e empenhado da ANI, enquanto ativistas da inovação, com as competências e a capacidade certa para atrair, identificar e dinamizar todos os agentes de inovação que, em colaboração, tornam possível esta dinâmica.

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