Cultura

A Barraca tem 34 anos e “já não morre”

A Barraca está de parabéns. Trinta e quatro anos depois de estrear a sua primeira peça, "A Cidade Dourada", em Almada, a Barraca não só não foi abaixo como se encontra mais sólida que nunca.
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A Barraca está de parabéns. Trinta e quatro anos depois de estrear a sua primeira peça, “A Cidade Dourada”, em Almada, a Barraca não só não foi abaixo como se encontra mais sólida que nunca.

Apesar das dificuldades que o teatro independente enfrenta em Portugal, onde os apoios financeiros são magros e intermitentes, A Barraca é a prova de que é possível criar uma obra à margem do poder financeiro e cultural.

O grupo foi fundado em Abril de 1976 por Maria do Céu Guerra e pelo cenógrafo Mário Alberto, mais um “grupo de amigos que simplesmente queriam fazer teatro”, explicou Maria do Céu Guerra numa entrevista publicada no site da Sociedade Portuguesa de Autores.

Entretanto, A Barraca cresceu, viajou, tornou-se adulta. Recebeu prémios, muitos, nacionais e internacionais. E prosseguiu a sua itinerância, por território nacional, por Espanha, pelo Brasil, por Moçambique… Estreitando laços com outras paragens, lusófonas ou não.

Este ano, depois de alguns desafios financeiros, o grupo foi considerado Instituição de Utilidade Pública, permitindo que os seus amigos e seguidores apoiem a companhia disponibilizando 0.5 por cento dos seus impostos.

“A Barraca ultrapassou a barreira dos 33 anos. Pronto! Agora já não morre”, diz Maria do Céu Guerra no Facebook do grupo de teatro.

Neste momento A Barraca tem em cena A Balada da Margem Sul, de Hélder Costa, uma peça sobre conflitos entre a população da margem sul do Tejo, gerados pelo desemprego e encerramento de unidades industriais. A peça está em cena no espaço oficial d’A Barraca, o TeatroCinearte, em Santos, Lisboa, de 5ª a domingo.

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