Ambiente

83 localidades portuguesas aderem à Hora do Planeta

Mais de 80 localidades portuguesas já aderiram à sexta edição da Hora do Planeta, uma iniciativa em defesa da natureza que convida a participar no apagão mundial que este ano se estende à Estação Espacial Internacional.
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Mais de 80 localidades portuguesas já aderiram à sexta edição da Hora do Planeta, uma iniciativa em defesa da natureza que convida a participar no apagão mundial que este ano se estende à Estação Espacial Internacional.

Às 20:30 deste sábado, as luzes vão apagar-se em vários pontos daquelas localidades, distribuídas por todo o país, e em mais de 50 monumentos nacionais, como o Cristo Rei, a Ponte 25 de Abril ou o Museu da Electricidade, em Lisboa, o Santuário dos Remédios, em Lamego, o Castelo de Leiria ou as Muralhas de Serpa.

Este ano, além do apagão, há outras iniciativas a decorrer, em Portugal, para inspirar as pessoas a mudarem os seus comportamentos, como a parada de velas na Praça do Município, em Lisboa, ou uma caminhada com candeias a azeite, em Góis.

5000 cidades, 147 países e Estação Espacial

A nível mundial, o primeiro local do mundo que vai ficar às escuras é a ilha Chatham, na Nova Zelândia, seguindo-se depois mais de cinco mil cidades e vilas, das quais mais de 80 em Portugal. Pela primeira vez, o apagão chega ao espaço, através da participação da Estação Espacial Internacional.

A Hora do Planeta começou em Sidney, na Austrália, em 2007, e tem tido cada vez mais adesão. No ano passado foram 135 países e territórios que aderiram. Este ano são 147, depois da entrada de países como a Líbia, Argélia ou a Guiné francesa.

Mudar comportamentos

Este apagão é simbólico e pretende enviar uma mensagem conjunta de que é o momento de agir pelo planeta mas o objetivo principal é levar as pessoas a mudar o seu comportamento ambiental no dia-a-dia, de maneira a tornar o mundo mais sustentável.

Os compromissos dos cidadãos e empresas devem passar por atitudes como reciclar o lixo, retirar fichas da eletricidade quando não estão a ser usadas, mudar para lâmpadas eficientes ou criar ciclovias.

A população está a consumir os recursos a um ritmo superior àquele que os ecossistemas precisam para regenerar-se e usa atualmente o equivalente a 1,5 planetas para sustentar as suas atividades.

O gelo a derreter no Árctico, “um iminente desastre” provocado pela desflorestação na Amazónia, a destruição da Grande Barreira de Corais ou a fome no Corno de África são exemplos de consequências apontados pela WWF, organização ambiental que dinamiza o evento a nível internacional.

[Notícia sugerida por Sofia Baptista e Maria de Sousa]

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