Literatura

“Vidas Surpreendentes, Mortes Insólitas de Portugal”

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No livro “Vidas Surpreendentes, Mortes Insólitas da História de Portugal”, do historiador Ricardo Raimundo, ficamos a conhecer aqueles que se destacaram por grandes feitos heróicos, pela obra deixada, pela riqueza da sua vivência mas que, na hora de morrer, se encontraram perante situações insólitas.

Sabia, por exemplo, que Miguel Bombarda morreu nas vésperas de cumprir com o seu papel na revolução, às mãos de antigo doente que lhe cravou várias balas no peito. Ou que Almirante Reis decidiu por termo à vida com um disparo de revólver na cabeça?

Ou que Luís de Camões, o grande poeta da língua portuguesa, não teve vida fácil. Criticado por poetas seus contemporâneos, ridicularizado pelos muitos inimigos, levou uma vida infeliz da qual a morte – na miséria e na solidão – foi uma consequência. Só após o seu desaparecimento começou a ser valorizado e a ser tido como um génio da arte de versejar.

E também que Luísa Todi – cantora lírica portuguesa de renome internacional nos séculos XVIII e XIX que deslumbrou cortes em toda a Europa – no nosso país era obrigada a obter uma licença especial do rei para poder cantar em público, nunca tendo sido muito reconhecida. Morreu no esquecimento, numa modesta casa no Bairro Alto, pobre e cega. 

Para construir este livro, com chancela da Esfera dos Livros, onde o protagonista é a morte, o historiador Ricardo Raimundo pesquisou e investigou as mortes mais incríveis de figuras históricas de Portugal.

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