Ambiente

UE confirma sustentabilidade da pesca portuguesa

A frota de pesca portuguesa operou, em 2010, num regime sustentável tanto do ponto de vista biológico como do ponto de vista económico. As conclusões são de um relatório da Comissão Europeia divulgado esta segunda-feira.
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A frota de pesca portuguesa operou, em 2010, num regime sustentável tanto do ponto de vista biológico como do ponto de vista económico. As conclusões são de um relatório da Comissão Europeia divulgado esta segunda-feira.
 
De acordo com as informações disponibilizadas, o estudo, que incluiu 22 países, pretendia avaliar o equilíbrio entre a capacidade e as possibilidades de pesca na frota nacional.

O estudo conclui que, embora a sobrepesca continue a ser um entrave à pesca sustentável em muitos Estados-membros, Portugal é exceção à regra.
O nosso país alcançou a pontuação máxima, um total de 24 pontos, no que diz respeito aos esforços de sustentabilidade, a par de nações como Chipre, Malta, Eslovénia e Suécia.

No caso específico de Portugal, os indicadores revelaram que foi a preservação dos recursos marinhos foi conseguida graças à redução em 2,4% na capacidade total no que refere à tonelagem e uma redução em 2% a potência em motor dos barcos.

Portugal foi o primeiro país da União Europeia a avançar, em 2010, com a primeira certificação de sustentabilidade aplicada à sardinha, a principal espécie capturada na costa portuguesa.

A certificação partiu da própria indústria pesqueira, através da Associação Nacional das Organizações de Produtores da Pesca do Cerco (ANOP Cerco), a mais representativa do setor, com 120 embarcações.

Para aceder ao relatório clique aqui.

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