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Trabalho com refugiados galardoado

Na base projeto da Fundação Vodafone
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por redação

A Fundação Vodafone foi recentemente galardoada com um prestigiante prémio pelo seu trabalho junto dos refugiados, no Mobile World Congress, em Barcelona.

Braço filantrópico da Vodafone, a Fundação recebeu o Global Mobile Award (GSMA) pela “Notável contribuição para o Mobile Industry Award”, que reconheceu os esforços de cinco operadores móveis no apoio a refugiados que fogem do trágico conflito na Síria.

O prémio testemunha o trabalho da Fundação Vodafone no apoio aos refugiados, que consiste no fornecimento da conectividade necessária em campos de refugiados e na utilização de tecnologia móvel para melhorar a educação dos jovens refugiados.

Em parceria com organizações humanitárias e ONG locais, a Fundação Vodafone tem vindo a trabalhar junto dos refugiados, designadamente na Turquia, Itália, Grécia e África.

Em África, grande parte do trabalho da Fundação Vodafone é com jovens refugiados. A falta de recursos educacionais em muitas das escolas nos campos de refugiados, fez com que os jovens refugiados, que passam em média 17 anos deslocados de suas casas, não tenham as ferramentas que precisam para aprenderem e se desenvolverem. A aprendizagem com recurso à utilização de tablet está a disponibilizar e a promover o acesso a novos recursos no campo de refugiados, designadamente no Dadaab, no Quénia.

O Instant Classroom móvel, uma escola digital móvel a partir de uma caixa (the digital school in a box), permite que escolas sem eletricidade ou banda larga móvel também possam beneficiar do ensino suportado na utilização do tablet.

De salientar ainda a recente participação de um engenheiro de telecomunicações, colaborador da Vodafone Portugal – Ricardo Alves – numa missão de voluntariado num campo de refugiados na Tanzânia. No período de duas semanas, e integrado numa equipa de cinco voluntários Vodafone oriundos de outros países, implementaram quatro novas Instant Classrooms, que irão permitir que mais jovens, a viver num campo de refugiados, possam ter acesso a novos recursos, contribuindo para a sua formação e desenvolvimento.

Estima-se que 11 milhões de sírios fugiram de suas casas desde a guerra civil, que começou em 2011. O Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados estimou que quase três milhões de pessoas fugiram para a Turquia, um milhão para o Líbano, 240 mil para o Iraque, 650 mil para a Jordânia e um milhão para a Alemanha, com muitos mais deslocados por toda a Europa e pelo mundo.

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