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Tendências no online

Conheça quais!
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As 10 previsões, sugeridas pela MindSEO, de tendências no online, nomeadamente em áreas relacionadas com marketing digital, design, SEO, comunicação online, experiência do utilizador, assim como inteligência artificial e realidade aumentada.

Avanços na pesquisa por voz. O aumento de vendas e o aperfeiçoamento de novas tecnologias centradas na voz, como o Google Home e o Echo da Amazon, ou mesmo as aplicações de assistentes pessoais nos dispositivos móveis (Siri, Cortana, Google Assistant…), têm permitido a diminuição da necessidade em usar as mãos e os olhos na navegação, substituindo pela voz. Em 2014, 55% dos adolescentes e 41% dos adultos usavam a pesquisa por voz, na aplicação do Google, mais de uma vez por dia. Em 2016, 20% das pesquisas online foram realizadas através da voz. De acordo com Behshad Behzadi do Google, a pesquisa por voz está a crescer mais rápido do que a procura através da escrita. A comScore prevê que, em 2020, 50% das pesquisas serão através da voz e, segundo Gartner, 30% das sessões de navegação na web serão realizadas sem um ecrã.  As pesquisas por voz serão feitas com palavras mais específicas, e menos genéricas, exibindo conteúdos de cauda longa.

Aumento da inteligência artificial e Machine Learning. Estes mecanismos têm a capacidade de aprender, analisando dados comportamentais, e melhorar automaticamente os algoritmos a partir da experiência. Após definição de parâmetros básicos, estes mecanismos assumem um comportamento de aprendizagem autónomo. De acordo com Gartner, até 2020, os mecanismos de personalização inteligentes, usados ​​para reconhecer a intenção do cliente, permitirão às empresas digitais aumentar os seus lucros em até 15%. O gasto publicitário será otimizado, uma vez que o público será direcionado de forma mais eficiente, através de uma maior personalização, aumentando a probabilidade de conversão.

Aumento da utilização de chatbots e interfaces de conversação (CUI). Estas ferramentas começaram a ser conhecidas em 2016, e em 2018 continuarão a crescer. Os chatbots e os assistentes inteligentes, quando bem configurados e assentes em tecnologia que integre algoritmos avançados de machine learning, permitem que os utilizadores experimentem uma interação mais personalizada. A empresa Gartner prevê que, até 2020, a média das pessoas terá mais conversas com estes robôs do que com a própria esposa.

Mais proteção da privacidade dos dados dos consumidores. A União Europeia aprovou uma nova lei chamada GDPR (General Data Protection Regulation – Regulamento Geral de Proteção de Dados), a qual terá um grande impacto nas empresas, a partir de maio de 2018. Os dados terão de ser processados, armazenados e protegidos ​​de forma a manter a integridade e a confidencialidade, caso contrário as organizações serão multadas. Além de que as pessoas em causa têm de dar o consentimento para o processamento dos dados. Este será um desafio para o marketing digital, uma vez que sempre foi uma uma prática comum desenvolver os bancos de dados, monitorizando e analisando o comportamento das pessoas. A partir de maio, as organizações já precisam de ter reavaliado todos os seus bancos de dados e encontrado as melhores práticas para garantir que cumpram o regulamento.

Maior importância na qualidade dos dados e respetiva análise. Não interessa que as empresas tenham acesso a uma grande pool de dados, se estes não forem de qualidade, ou se não forem tratados. É cada vez mais fundamental saber estabelecer quais são os KPI’s – (Key Performance Indicators – Indicadores Chave de Performance), e saber definir, assim como recolher os dados importantes para o controlo e análise desses mesmos KPI’s. Estes devem ser associados aos objetivos do negócio, e 100% relevantes para a necessidades atuais da empresa. No entanto, devem ser recolhidos dados que permitam não só fazer a deteção de padrões e tendências atuais, mas também uma análise de Business Intelligence, com abordagem preditiva, de modo a que possam ser definidas estratégias a médio/longo prazo, de uma forma fundamentada.

Navegação passo a passo. Os utilizadores cada vez mais querem uma experiência de navegação simples, e a navegação linear ou passo a passo vem colmatar este desejo. Este tipo de navegação permite que cada passo seguinte tenha uma continuação lógica do anterior, ajudando os utilizadores que têm objetivos para atingir. Funciona especialmente bem em aplicações orientadas para objetivos (UBER) e websites de eCommerce (Amazon).

Experiência do utilizador (UX). As expetativas dos utilizadores são cada vez maiores. Eles querem soluções rápidas para os seus problemas, independentemente do dispositivo usado. Uma boa experiência do utilizador, além da velocidade do website, passa pela navegação, o design, a arquitetura da informação e a legibilidade do conteúdo. O Google classifica a experiência do utilizador dos websites, que deve ser adaptada tanto para desktop como para mobile.

Aumento da realidade aumentada. A realidade aumentada já não é uma novidade para o mundo digital. No entanto, prevê-se um aumento da sua utilização este ano. Em 2017, o Google lançou o Google Lens, uma aplicação de realidade aumentada disponível no Google Assistente, nos telemóveis Pixel e Pixel2. Esta aplicação permite que os utilizadores apontem a câmara do telemóvel a tudo o que queiram obter informações, as quais aparecerão no ecrã depois de tirar uma fotografia. No que diz respeito à área do turismo, a realidade aumentada tem um grande potencial. Imagine só apontar o smartphone à Torre dos Clérigos ou ao Mosteiros dos Jerónimos e obter informações sobre os monumentos, desde a história, sugestões de edifícios com a mesma arquitetura, etc.

Google classificará páginas com base na versão móvel. Está para breve o lançamento do primeiro índice mobile-first, por parte do Google. Neste momento, o Google avalia a relevância de um website com base na versão desktop. No entanto, como as pesquisas através de dispositivos móveis representam mais de 60% das pesquisas totais, a classificação passará a basear-se na versão móvel da página.

Otimização para pesquisas baseadas na intenção. Google confirmou que um dos fatores de classificação depende da intenção da palavra-chave pesquisada. Isto significa que numa palavra-chave com uma clara intenção de compra, o Google dará prioridade aos websites de comércio eletrónico, em vez de websites de informação, uma vez que o utilizador já tem a ideia de compra. No entanto, para palavras-chave com a intenção de encontrar informações, o Google classificará melhor os websites de media.

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