Cultura

“Sangue do meu sangue” brilha na gala da SPA

O filme "Sangue do meu sangue", de João Canijo, foi o grande vencedor da III Gala do Prémio Autores, que distingue o que de melhor se faz na área das artes em Portugal.
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O filme “Sangue do meu sangue”, de João Canijo, foi o grande vencedor da III  Gala do Prémio Autores, que distingue o que de melhor se faz na área das artes em Portugal. A cerimónio decorreu esta segunda-feira no Centro Cultural de Belém, Lisboa.
 
“Sangue do meu sangue” foi considerado melhor filme, recebendo ainda os prémios de melhor argumento (João Canijo e atores) e de melhor atriz (Rita Blanco). Só não ganhou o prémio de melhor ator, que foi para Nuno Melo no filme “O Barão”, de Edgar Pêra.
 
O filme de João Canijo retrata uma família tipicamente portuguesa que vive num bairro social, sendo o filme português mais visto em 2011, com mais de 22 mil espetadores e “considerado um dos filmes do ano pela crítica nacional”. Este filme poderá ser visto ainda este ano na RTP, no formato de minissérie.
 
Literatura

Mário Cláudio arrecadou o prémio de melhor livro de ficção narrativa, com “Tiago Veiga. Uma Biografia”.

No género lírico, José Manuel de Vasconcelos levou a melhor com “A Mão na Água que Corre”.

O melhor livro infantojuvenil foi “A casa sincronizada”, de Inês Pupo e Gonçalo Pratas com ilustração de Pedro Brito.

 
Música

Fausto Bordalo Dias foi duplamente premiado com o melhor álbum do ano – “Em Busca das Montanhas Azuis” – e a melhor canção – “E Fomos pela Água do Rio”.
 
Artur Pizarro foi o nome anunciado para o prémio de melhor trabalho de música erudita, ao interpretar Integral, de Chopin.
 
Rádio

Nuno Markl levou para casa o prémio de melhor programa de rádio, com “Caderneta de Cromos”.
 
Teatro e Dança
 
O prémio de melhor texto português representado foi para “Israel”, de Pedro Penim, e o prémio de melhor espetáculo foi para “A Missão – Memórias de uma Revolução”, de Mónica Calle.
 
Luísa Cruz foi distinguida com o prémio de melhor atriz de teatro, na peça “A Varanda”, de Jean Genet, e o melhor ator foi Luís Miguel Cintra em “Ela”, peça deste dramaturgo francês.
 
O prémio de cenografia foi atribuído à Cornucópia, para Cristina Reis.

“Icosahedron”, de Tânia Carvalho, foi eleita a melhor coreografia de dança.

 
Televisão

“Linha da Frente”, de Mafalda Gameiro da RTP1, foi considerado o melhor programa de informação pela SPA. 
 
Quanto ao melhor programa de ficção, foi para “O Último a Sair”, de Bruno Nogueira, Frederico Pombares e João Quadros, Sérgio Graciano, André Banza e Ricardo Freitas.

“Cuidado com a Língua”, de José Mário Costa e Ricardo Freitas, foi o grande vencedor do prémio de melhor programa de entretenimento.

 
Artes visuais
“Fora de Escala”, de Manuel Baptista, foi considerada a melhor exposição de artes plásticas, para além de “O PREC já não mora aqui”, de João Pina, que foi distinguido como melhor trabalho de fotografia. Quanto ao melhor trabalho cenográfico, esse foi mesmo para “A Varanda”, de Cristina Reis.
 
Outro prémios
Destaque ainda para Mário Soares, ex-presidente da República, vencedor do prémio Vida e Carreira da SPA e Imanol Uribe, realizador e argumentista espanhol, distinguido com o Prémio Internacional de Autores.
 
As câmaras municipais de Coimbra e Évora foram as eleitas para o prémio de melhor programação autárquica.
 
Para além da atribuição de prémios, o Centro Cultural de Belém (CCB) foi palco de atuações de Sérgio Godinho, Carlos do Carmo, Lúcia Moniz, João Reis, Adriana, Amor Electro e de uma orquestra de 15 elementos, dirigida pelo maestro Jorge Costa Pinto, que homenageou o compositor Pedro Osório.

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