Sociedade

Ruas de Lisboa mais amigas das pessoas

Passeios mais acessíveis, pavimentos seguros, passadeiras sem desnível e semáforos de nova geração são algumas das medidas implementadas para tornar as ruas de Lisboa mais amigas das pessoas.
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Passeios mais acessíveis, pavimentos seguros, passadeiras sem desnível e semáforos de nova geração são algumas das medidas que estão a ser implementadas para tornar as ruas de Lisboa mais amigas das pessoas.
 
O trabalho vem da Câmara Municipal de Lisboa que promete que, até ao verão de 2017, Lisboa vai ter mais de 2.500 passadeiras acessíveis a todos.

No passado dia 02 de setembro, as vantagens destas modificações foram testadas por alguns dos seus principais beneficiários e testemunhadas pelo presidente da CML e pela secretária de Estado da Inclusão das Pessoas com Deficiência. 
 


 
Fernando Medina, presidente da Câmara de Lisboa, assegura que as soluções agora destinam-se a “todas as pessoas e não só a idosos, portadores de deficiência ou pessoas com carrinho de bebé”.
 
O presidente acrescentou também que a “segurança e conforto de todos os que circulam nos passeios é uma prioridade da autarquia que está a integrar este tipo de soluções em todas as intervenções da cidade”. Só na requalificação do eixo central, serão mais 400 as passadeiras amigas das pessoas.
 
“Medidas simples mas essenciais”
 
Em comunicado publicado no website da Câmara de Lisboa, João Afonso, vereador dos Direitos Social da CML, garante que as medidas implementadas (nivelação de passagem para peões, criação de vias de encaminhamento, pitonadas de alerta antes de chegar à estrada, encabeçamento de estacionamento ou a experiência-piloto com botões de mudança de sinais luminosos) são “simples mas essenciais para qualquer pessoa”.
 
Para a secretária de Estado da Inclusão das Pessoas com Deficiência, Ana Sofia Antunes, deixou um apelo para que as câmaras municipais de todo o país sigam o exemplo de Lisboa e “implementem estas medidas em larga escala”.
 
De acordo com os censos de 2011, existiam nesta altura em Portugal cerca de 1.690.000 pessoas com problemas de saúde prolongados e dificuldades na realização de atividades básicas. Dentro do grupo dos idosos, cerca de 50% não conseguia realizar pelo menos 1 das 6 atividades do dia-a-dia.

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O mau estado dos passeios, estruturas arcaicas não adaptadas aos requisitos da população e uma falta de respeito pelos espaços públicas são alguns dos problemas que condicionam a vida destas pessoas.

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