Saúde

Registo de Saúde Electrónico em 2012

O Registo de Saúde Electrónico vai pôr em rede, a partir de 2012, os diagnósticos activos, a medicação e as alergias dos utentes, entre outras informações. O objectivo é criar um sistema que permita aos cidadãos transitar sem dificuldade nos vário
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O Registo de Saúde Electrónico vai pôr em rede, a partir de 2012, os diagnósticos activos, a medicação e as alergias dos utentes, entre outras informações. O objectivo é criar um sistema que permita aos cidadãos transitar sem dificuldade nos vários hospitais, públicos e privados.

O secretário de Estado Adjunto e da Saúde, Manuel Pizarro, anunciou esta quinta-feira, que em 2012 todos os portugueses terão um Registo de Saúde Electrónico – RSE, que lhes permitirá «mover-se tranquilamente» no sistema de saúde, seja qual for o prestador, público ou privado, disse o secretário de Estado aos jornalistas nos Hospitais da Universidade de Coimbra.

De acordo com este membro do Governo, o RSE «não pode ser o repositório de toda a informação, tem de ser um instrumento fácil de utilizar pelos cidadãos e pelos profissionais, quando, por exemplo, uma pessoa vai a uma urgência num hospital».

O objectivo é criar «um sistema que esteja centrado no cidadão e que permita transitar sem dificuldade nos vários hospitais, públicos e privados», adiantou.

O Registo de Saúde Electrónico terá uma definição de áreas consideradas essenciais – os diagnósticos activos, a medicação, as alergias – encontrando-se em estudo a inclusão de outros dados.

Este sistema permitirá, “a médio prazo, não só viajar tranquilamente” por Portugal, mas também no conjunto da Europa, uma vez que os dados estarão disponíveis às entidades de saúde europeias, disse ainda o secretário de Estado.

Manuel Pizarro fez também um balanço muito positivo do programa Eagenda, que permite a marcação electrónica de consultas nos centros de saúde, afirmando “que os resultados ultrapassaram as suas expectativas”.
 
«O que é importante aqui é que estas 60 mil pessoas não precisaram de ir para nenhum sistema complexo de marcação da consulta, acederam pela Internet ao sistema e marcaram consulta no centro de saúde para o seu médico de família», concluiu Manuel Pizarro.

Manuel Pizarro foi o convidado especial do seminário «Factores da mudança na informação», que se realizou esta quinta-feira, no congresso «Inovação e Qualidade em Saúde», a decorrer até sexta-feira nos auditórios dos HUC. Uma iniciativa da APEGSAUDE – Associação Portuguesa de Engenharia e Gestão da Saúde.

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