Saúde

Próstata: Orgasmos regulares podem prevenir cancro

Orgasmos regulares podem ajudar a prevenir o aparecimento de cancro da próstata. A conclusão é de um novo estudo norte-americano, que revela que as ejaculações frequentes contribuem para proteger os homens desta doença.
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Orgasmos regulares podem ajudar a prevenir o aparecimento de cancro da próstata. A conclusão é de um novo estudo, apresentado durante a última reunião anual da Associação Americana de Urologia (AUA), que revela que as ejaculações frequentes contribuem para proteger os homens desta doença.
 
A investigação, desenvolvida por investigadores da Universidade de Harvard, nos EUA, vem corroborar os resultados de um estudo anterior publicado em 2004 e que foi o primeiro a sugerir a ejaculação enquanto fator de risco modificável – isto é, um fator de risco que pode ser prevenido através de hábitos saudáveis – no cancro da próstata.
 
Os cientistas analisaram dados sobre 32.000 homens recolhidos ao longo de censos realizados durante um total de 18 anos. No início do estudo, foi pedido aos indivíduos com idades entre os 20 e os 29 anos e os 40 e os 49 anos que reportassem o seu número médio de ejaculações por mês, fornecendo, também, informações em relação à media de orgasmos do ano anterior.
 
Os investigadores utilizaram, depois, os dados obtidos para criar uma “média” geral e concluíram que aqueles que ejaculavam, pelo menos, 21 vezes por mês, apresentavam um risco de vir a desenvolver cancro da próstata 20% inferior ao dos que apenas tinham quatro a sete orgasmos mensais.
 
De acordo com Jennifer Rider, investigadora da Universidade de Harvard que apresentou o estudo durante uma reunião da AUA que decorreu, este mês, em Nova Orleães, nos EUA, os benefícios da ejaculação podem estar associados aos benefícios do próprio orgasmo.
 
Segundo Rider, citada pelo portal de notícias especializado Medical Daily, estes benefícios podem dever-se às hormonas libertadas durante o clímax, em particular a oxitocina – a chamada “hormona do amor” – e a desidroepiandrosterona que, nas mulheres, reduzem o risco de doença cardiovascular e de cancro cervical e da mama. 

Clique AQUI para aceder ao resumo do estudo (em inglês). 

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