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Pós-austeridade aumenta vontade de gozar férias e gastar pouco

Embora haja uma maior confiança, há uma tendência para não gastar em excesso
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por redação

Apesar do aumento do número de portugueses que pretende gozar férias nesta época – 43% em 2016 para 58% em 2017 – 66% dos que vão passar férias no nosso país planeia poupar, valor que sobe para 77% quando as deslocações são para fora do país.

A escolha do alojamento é a forma preferencial de poupança, com 48% dos inquiridos a mencionar este aspeto, aumentando para 54% dos que pretendem passar férias de verão em Portugal. Também a reserva com muita antecedência é mencionada por 33% dos consumidores. Destaque ainda para as viagens em companhias low cost, com 15% dos portugueses a referir que esta é uma forma de poupança nas suas férias.

“É natural que, fruto de alguns anos de forte austeridade, ainda exista algum receio em consumir, pelo que as pessoas procuram diminuir os seus gastos das mais variadas formas”, considera José Pedro Pinto, Chief Marketing & Sales Officer do Cetelem. No entanto, releve-se que “mesmo com tendência para poupar seja possível verificar-se uma vontade para terem férias. É sinal de maior confiança, o que é muito positivo”, considera.

O Observador Cetelem Férias 2017 tem por base uma amostra representativa de 600 indivíduos residentes em Portugal Continental, de ambos os géneros e com idades compreendidas entre os 18 e os 65 anos. Estes foram entrevistados telefonicamente, com informação recolhida por intermédio de um questionário estruturado de perguntas fechadas. O trabalho de campo foi realizado pela empresa de estudos de mercado Nielsen, entre os dias 11 e 15 de maio, e um erro máximo de +4,0 para um intervalo de confiança de 95%.

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