Sociedade

Portugueses criam tinta que afasta mosquito da malária

Pode o graffiti ajudar a salvar vidas? A agência criativa Nossa e a loja de tintas Montana Lisboa provam que sim, com o lançamento de uma tinta que combate aquela que continua a ser uma das principais causas de morte em Angola: a malária.
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Pode o graffiti ajudar a salvar vidas? A agência criativa Nossa e a loja de tintas Montana Lisboa provam que sim, com o lançamento de uma tinta que combate aquela que continua a ser uma das principais causas de morte em Angola: a malária.

Uma vez que a doença tem origem na picada de mosquitos, a dupla portuguesa criou a Zero, uma tinta de spray especial, desenvolvida utilizando o mesmo princípio ativo do óleo de citronela, um conhecido repelente natural.

As latas foram distribuídas por três dos principais 'writers' (graffiters) angolanos – Tho Simões, Spent e Poste – que levaram a sua arte a áreas com grande concentração de pessoas, com o objetivo de afastar os mosquitos e proteger a comunidade.

A tinta foi utilizada em paredes próximas de escolas, paragens de autocarro e outras zona de grande movimento. Uma vez que o efeito da citronela é resistente à água, o poder protetivo desta tinta permanece mesmo quando chove, dizem os mentores da iniciativa. 

O objetivo a longo prazo é produzir milhares de novas latas Zero, e distribuí-las pelo máximo de writers possível nos principais países afetados por esta e outras doenças que tenham origem na picada de mosquitos – doenças como o vírus Zika, a dengue ou a febre amarela. "E provar que o graffiti é uma arte que aproxima as pessoas afastando os mosquitos e as doenças", sublinha a Nossa num comunicado enviado ao Boas Notícias.

Notícia sugerida por André Luís 

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