Ciência

Portuguesa vence prémio internacional de Botânica

Maria Amélia Martins-Loução, vice-reitora da Universidade de Lisboa, foi a vencedora do 3º Prémio Iberoamericano de Botânica José Celestino Mutis Cortes de Cádiz, graças ao estudo do fruto da alfarrobeira, que desenvolveu ao longo das últimas três dé
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Maria Amélia Martins-Loução, vice-reitora da Universidade de Lisboa, foi a vencedora do 3º Prémio Iberoamericano de Botânica José Celestino Mutis Cortes de Cádis, graças ao estudo do fruto da alfarrobeira, que desenvolveu ao longo das últimas três décadas.

Pouco conhecida quando a bióloga portuguesa iniciou os seus estudos, a alfarrobeira tem inúmeras aplicações, desde a indústria alimentar – a goma extraída da semente do seu fruto é utilizada como estabilizante na produção de iogurtes e gelados – à medicina – a alfarroba tem propriedades anti-cancerígenas -, passando pela cosmética.

Em entrevista à TSF, Maria Amélia Martins-Loução explica que a árvore, de origem mediterrânica, encontra-se sobretudo no Algarve, cujo inverno regista temperaturas mais amenas.

De acordo com um comunicado divulgado pela Universidade de Lisboa, o prémio é atribuído pela Câmara Municipal de Cádis em colaboração com a Real Academia Nacional de Farmácia e Real Academia Hispano Americana de Cádis.

A distinção, no valor de 12 mil euros, será entregue em sessão solene agendada para o dia 19 de março de 2011 (data da promulgação da Constituição de Cádis), naquela cidade do sul de Espanha.

[Notícia sugerida pela utilizadora Clara Louro]

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