Saúde

Podologia: Rastreios gratuitos na cidade do Porto

Com o objetivo de promover a saúde dos pés, a Associação Portuguesa de Podologia (APP) vai realizar, a 22 de Setembro, entre as 10h e as 18h, no Parque da Cidade do Porto (junto ao Pavilhão da Água), rastreios gratuitos à população.
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Com o objetivo de promover a saúde dos pés, a Associação Portuguesa de Podologia (APP) vai realizar, a 22 de Setembro, no Parque da Cidade do Porto (junto ao Pavilhão da Água), rastreios gratuitos à população. Entre as 10h e as 18h, uma equipa de especialistas vai realizar exames, dar conselhos úteis e responder a dúvidas relacionadas com os pés.

O objetivo desta iniciativa, passa por ajudar as pessoas a cuidarem da saúde dos pés e a tomarem consciência da sua importância. O rastreio podológico contempla a realização de avaliação clínica e estudos biomecânicos computorizados, que permitem avaliar a presença de algumas patologias ou fatores predisponentes da patologia do pé.

Demasiado tempo de pé, calçado inadequado e alterações de postura e de apoio plantar podem ser a origem de patologias limitativas – como lombalgias, ciatalgias, gonartroses, tendinopatias, fasceites plantares, esporões do calcâneo, joanetes ou dedos em garra – que podem ser prevenidas com um correto desempenho do pé e do aparelho locomotor.

Manuel Azevedo Portela, presidente da APP, explica, em comunicado de imprensa, a importância deste tipo de ações afirmando que, “apesar de nem sempre lhes darmos valor, a verdade é que os pés são a base de apoio, de equilíbrio e de funcionamento de todo o corpo humano”.

“No entanto, as estatísticas indicam que 80% da população adulta não tem este fator em consideração, acabando por sofrer de algum tipo de problema podológico”, acrescenta.

De acordo com a associação, os Portugueses não estão sensibilizados para a importância das doenças dos pés, e por isso não os tratam devidamente. Neste sentido, os rastreios são uma excelente oportunidade para prevenir e alertar a população para a preponderância da saúde dos pés.

“A patologia do pé é altamente limitativa, estimando-se que possa atingir cerca de 50% da população ativa”, acrescenta ainda Manuel Portela, alertando que “algumas destas patologias podem ser prevenidas, diminuindo-se assim a incapacidade de trabalho e as despesas com a segurança social”.

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