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Países Árabes condenam violência na Síria

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O rei Abdullah da Arábia Saudita juntou-se segunda-feira à comunidade internacional, condenando a violência que se tem feito sentir na Síria e pedindo ao regime que pare o derramamento de sangue.

“O reino da Arábia Saudita não aceita o que está a acontecer”, disse o monarca num comunicado lido na estação de televisão Al Arabiya. “Não há justificação para o derramamento de sangue na Síria, o que está acontecer não tem nada a ver com religião ou ética. O regime sírio deve implementar reformas abrangentes rapidamente.”

Abdullah evocou as suas “responsabilidades históricas em relação aos seus irmãos” e pediu “o fim da máquina de morte antes que seja demasiado tarde”.

“A Síria só tem duas escolhas para o seu futuro: optar voluntariamente pela sensatez ou afundar-se no caos e na violência”, acrescentou o rei saudita.

Também o Kuwait já tinha condenado o regime no fim de semana, com o ministro dos Negócios Estrangeiros a exigir “reformas reais que atendam às necessidades legítimas do povo sírio.”

Os dois países e o Bahrein convocaram entretanto os seus embaixadores em Damasco a voltarem aos seus países, enquanto A Liga Árabe emitiu um comunicado pedindo às autoridades sírias que “acabem imediatamente com todos os atos de violência e de campanhas contra civis e acelerem a execução de reformas.”

Os protestos que tiveram início em Damasco, a 15 de março já vitimaram pelo menos 1700 pessoas e resultaram na detenção, por parte do regime, de dezenas de milhares de pessoas, segundo avançam ativistas no terreno.

As histórias de violência continuam, com relatos de sírios sob anonimato a avançarem segunda-feira que as autoridades terão morto dezenas de pessoas num cemitério, durante funerais de vítimas da repressão.

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