Ambiente

ONU: 2011 é ano internacional das florestas

A Organização das Nações Unidas (ONU) declarou em Assembleia Geral que 2011 será o Ano Internacional das Florestas com o objetivo de sensibilizar para a necessidade de gestão sustentável, conservação, e desenvolvimento sustentável de todos os tipos d
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A Organização das Nações Unidas (ONU) declarou em Assembleia Geral que 2011 será o Ano Internacional das Florestas com o objetivo de sensibilizar para a necessidade de gestão sustentável, conservação, e desenvolvimento sustentável de todos os tipos de florestas.

O tema para este ano é “Florestas para o Povo” e para isso a ONU criou um site oficial onde se pode encontrar toda a informação sobre as acções de sensibilização que irão celebrar o Ano Internacional da Florestas.

A partir desse mesmo site ficamos a saber que as florestas ocupam 30% da área terrestre. São abrigo para 80% da biodiversidade terrestre e são casa para cerca de 300 milhões de pessoas em todo o mundo.

Portugal com potencial florestal

A nível mundial as notícias sobre a floresta até têm sido positivas com a Amazónia a registar nos últimos cinco anos uma redução do nível de desflorestação da área que é considerada como o “pulmão do mundo”.

A nível nacional, a área florestal portuguesa terá crescido 75% no último século com as três espécies mais representativas – pinheiro, montado de sobro e eucalipto – a encontrarem um equilíbrio, conforme dados revelados pelo secretário de Estado das Florestas, Rui Barreiro, à agência Lusa.

“Temos um potencial enorme para produzir floresta, que atualmente é responsável por quase 12% das exportações portuguesas e queremos continuar a produzir riqueza com a floresta portuguesa”, defendeu Rui Barreiro.

“É possível e desejável para um país como Portugal, que necessita de utilizar e potenciar todos os seus recursos, que este recurso florestal seja cada vez mais potenciado e utilizado numa diversidade que se pretende equilibrada”, afirmou.

Portugal tem quase 40% do território português como área florestal o que, no contexto europeu, é “significativo”, salientou ainda o secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural.

 [Notícia sugerida pela utilizadora Patricia Guedes]

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