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Música, oficinas e jantar vegetariano na Costa

Workshops e oficinas - de olaria, de compostagem doméstica, de yoga, entre outros - venda de produtos biológicos e de comércio justo, filmes, música e um jantar com mais de 15 pratos vegetarianos é a proposta do Projecto270 para celebrar, este sábado
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Workshops e oficinas – de olaria, de compostagem doméstica, de yoga, entre outros – venda de produtos biológicos e de comércio justo, filmes, música e um jantar com mais de 15 pratos vegetarianos é a proposta do Projecto270 para celebrar, este sábado, dia 10 de abril, a luta do mexicano Zapata. Todas as actividades são gratuitas e jantar terá o custo de 10 euros.

O Projecto 270 lançou o convite, através da sua newsletter: quem tiver conhecimentos, produtos biológicos e artesanais, música ou outra coisa para partilhar, que se juntasse à comemoração da vida de Zapata, cuja morte se assinala este sábado, dia 10 de abril.

“A resposta das pessoas superou as nossas expectativas”, salientou Nuno Belchior, responsável do Projecto270, e assim conseguiram organizar um evento totalmente gratuito com dezenas de oficinas, workshops, venda de produtos biológicos, música e, para terminar, um jantar vegetariano e biológico com mais de 15 pratos.

A festa, que decorre no espaço do Projecto270, na Costa da Caparica, começa às 16h com música e prolonga-se até ao fim da noite. As iniciativas são gratuitas e os participantes não pagam qualquer valor para exporem os seus conhecimentos ou venderem os seus produtos.

O objetivo é celebrar a luta de Emiliano Zapata, um mexicano que, no início do século XX, dedicou a sua vida à luta contra o regime autocrático do país e à defesa da partilha da terra e da colheita.

Nuno Belchior salienta que o Projecto270 luta por objetivos semelhantes aos de Zapata. “Trabalhamos à base da cidadania participativa e trabalhamos com a terra, com produtos biológicos… O próprio Zapata estava muito ligado aos direitos dos agricultores”.

“Ao assinalar desta forma gratuita e participativa a morte e a vida de Zapata queremos marcar uma posição contra a agro indústria que torna cada vez mais difícil a vida pequenos agricultores porque a produção está toda concentrada nas grandes empresas”.

Mais vale “viver” de pé do que viver de joelhos, é o mote do encontro, subvertendo a famosa máxima de Zapata, “Mais vale morrer de pé que viver de joelhos”. “Alterámos ligeiramente a frase porque achamos que a luta de Zapata ainda não morreu”, acrescentou Nuno Belchior.

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