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“Menina Limpa, Menina Suja” de Ana Vidigal

Na primeira exposição antológica de Ana Vidigal estão reunidas 120 obras criadas nos últimos trinta anos, ao longo dos quais a artista explorou, por vezes de forma irónica, "o que se esconde e o que que se mostra". A mostra está patente no Centro de
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Na primeira exposição antológica de Ana Vidigal estão reunidas 120 obras criadas nos últimos trinta anos, ao longo dos quais a artista explorou, por vezes de forma irónica, “o que se esconde e o que que se mostra”. A mostra está patente no Centro de Arte Moderna da Gulbenkian até 26 de Setembro de 2010.

“Menina Limpa, Menina Suja” é o título de uma série de trabalhos de Ana Vidigal (n.1960, Lisboa) que também dá título a esta exposição comissariada pela directora do CAM, Isabel Carlos.

Mostrando trabalhos produzidos durante a sua carreira de trinta anos, os visitantes vão ser confrontados não apenas com a pintura bem conhecida da autora mas também pelo seu trabalho em outros suportes.

O início da exposição mostra um vídeo da artista, “Domingo à Tarde”, que segundo a comissária funciona como peça-chave para toda a obra de Vidigal.

“É bem verdade que todos nós temos duas facetas: a que mostramos e a que escondemos. É, ao fim e ao cabo, uma dualidade, e esse jogo interessou-me”, salientou a artista à agência Lusa

Ana Vidigal, nascida em Lisboa há 50 anos, estudou pintura na Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa, e foi depois bolseira da Gulbenkian. A artista já apresentou obras em muitas exposições, estando actualmente representada em colecções privadas e públicas como a Culturgest, a Fundação de Serralves, o Museu de Arte Contemporânea do Funchal, a Colecção Berardo e a Colecção Deutsche Bank.

Em “Menina Limpa, Menina Suja” estão obras dos primeiros anos de produção da artista como “Sei muito bem para onde vou” (1981) e uma série de cadernos pessoais, até a obras mais recentes, de 2009, como “Enxota-a (O prazer não é difícil de aguentar)”.

Especialmente para a exposição, Ana Vidigal criou já este ano um painel de grandes dimensões intitulado “Bravura (Não vaciles, Põe-te a andar)” [ver foto], com elementos de banda desenhada, e que ilustra o catálogo lançado pelo CAM sobre a exposição.

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