Sociedade

Marca lusa é caso de estudo em mestrado francês

Graças à introdução de uma linha de papel higiénico preto, a Renova é uma das empresas portuguesas que mais tem dado que falar a nível internacional e é agora caso de estudo numa tese de mestrado da INSEAD, em França, uma das mais importantes univers
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Graças à introdução de uma linha de papel higiénico preto, a Renova é uma das empresas portuguesas que mais tem dado que falar a nível internacional e é agora caso de estudo numa tese de mestrado da INSEAD, em França, uma das mais importantes universidades europeias de gestão.

O produto, que no geral apresenta uma taxa de 100% de penetração em todos os mercados, é vendido em grandes lojas internacionais de luxo e noutras boutiques em espaços emblemáticos como o Museu do Louvre, em Paris.

“É uma empresa baseada em Torres Novas, que conseguiu efectivamente mudar esta categoria [de produto], tornar o papel higiénico um produto interessante. Não um produto que escondemos, no qual só pensamos quando se acaba, mas um produto de design, estético e divertido”, explica Pierre Chandon, professor de gestão do INSEAD, em entrevista à RTP.

O primeiro papel higiénico preto do mundo – assim como os restantes rolos de outras cores que a Renova disponibiliza – veio, assim, revolucionar um segmento de mercado que, até agora, dificilmente era objeto de uma sede de consumo.

“O papel higiénico nos hipermercados às vezes é visto como um produto pouco interessante e não tem quer ser; qualquer coisa que fazemos, podemos fazê-lo com paixão e criatividade e torná-lo diferente daquilo que é habitual”, refere o presidente da Renova, Paulo Pereira da Silva.

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