Ambiente

Mar: estudo quer maior protagonismo português

O estudo "Hypercluster da Economia do Mar em Portugal", apresentado esta semana em Lisboa, propõe que Portugal se torne num ator marítimo relevante a nível global e que a economia do mar se torne num desígnio nacional.
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O estudo “Hypercluster da Economia do Mar em Portugal”, apresentado esta semana em Lisboa, propõe que Portugal se torne num ator marítimo relevante a nível global e que a economia do mar se torne num desígnio nacional.

O estudo propõe três medidas consideradas determinantes: a constituição de um conselho de ministros exclusivo para os assuntos do mar, presidido pelo primeiro ministro José Sócrates, a criação de legislação especial e exclusiva e o Fórum para a Implementação da Economia do Mar, já criado, e que também foi apresentado esta semana, noticia a agência Lusa.

O valor económico das atividades ligadas ao mar consideradas na economia portuguesa é, atualmente, “de cerca de dois por cento do Produto Interno Bruto Nacional [PIB] e emprega cerca de 75 mil pessoas” e, “considerando os efeitos diretos e indiretos, o valor total é de entre cinco e seis por cento do PIB português”.

A serem seguidos os conselhos deste estudo, a economia do mar em Portugal poderá atingir no primeiro quartel do século XXI cerca de 10 a 12 por cento do PIB nacional.

O estudo aconselha a re-estruturação e especialização da rede portuária portuguesa, a dinamização de projetos da autoestrada do mar, a criação e dinamização da porta marítima de Lisboa e valorização, capacitação e modernização da frota pesqueira.

O secretário de Estado da Defesa e dos Assuntos do Mar, presente na cerimónia de apresentação do estudo realçou a importância da organização empresarial em torno dos interesses económicos do mar.

Essa organização “corresponde à consciencialização, por parte dos empresários e das empresas, de que o mar constitui uma oportunidade, também do ponto de vista económico, que é rentável, que tem potencialidades, que pode ser um contributo muito importante para enriquecer os portugueses”, afirmou citado pela agência Lusa.

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