Ambiente

Lisboa: esgotos deixarão de correr para o Tejo

A empresa de saneamento Simtejo começou esta semana, no Terreiro do Paço, uma intervenção para que os esgotos domésticos da área central da cidade deixem "definitivamente" de correr, ainda este ano, para o rio Tejo.
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A empresa de saneamento Simtejo começou esta semana, no Terreiro do Paço, uma intervenção para que os esgotos domésticos da área central da cidade deixem “definitivamente” de correr, ainda este ano, para o rio Tejo.

Os trabalhos, que deverão estar concluídos ainda em 2010, envolvem a instalação de válvulas de maré em infra-estruturas designadas por câmaras e que, tal como os colectores de grande secção, integram o sistema de intercepção e drenagem de águas residuais.

A montagem do equipamento é “essencial para impedir a entrada de água do Tejo no sistema interceptor”, até à estação de tratamento de águas residuais (ETAR) de Alcântara.

O sistema vai permitir que os esgotos deixem de ser libertados directamente para o rio junto ao Cais das Colunas e sejam desviados para receber o tratamento adequado na estação.

Em junho, o presidente da comissão executiva da Simtejo garantiu, de acordo com a Lusa, que as obras de saneamento na zona ribeirinha vão acabar com o despejo dos esgotos de 120 mil munícipes no Tejo.

Segundo José Henrique Salgado Zenha, o impacto ambiental será monitorizado através de um controlo da evolução da biodiversidade da região.

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