2º lugar no lançamento do disco.
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Liliana Cá e Anri Egutizde entram para a galeria de medalhados

As medalhas continuam a cair para a Missão Portuguesa, nos Jogos do Mediterrâneo.
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Esta quinta-feira, dia 28, foram mais duas e o total subiu para 14. Os protagonistas do dia foram a lançadora Liliana Cá, prata no disco, e o judoca Anri Egutidze, bronze na categoria -81kg.

A galeria de medalhas tem agora três de ouro – Melanie Santos, João Pereira e a equipa de Equestre -, quatro de prata – Fernando Pimenta, Joana Vasconcelos, Ana Monteiro e Liliana Cá -, e sete de bronze – João Costa, Anri Egutidze, Alexis Santos, Teresa Portela, João Vital, Diana Durães e Rafael Silva.

Para Liliana Cá, o 2.º lugar obtido na pista de Campclar, em Tarragona, foi um raio de luz que repentinamente incidiu sobre a carreira que esteve suspensa. “Este foi o meu regresso internacional, então para mim e para o meu treinador é uma grande vitória, depois de cinco anos parada.”

A maternidade e uma ausência prolongada em Londres obrigaram Liliana Cá a parar, mas o regresso foi feito de forma fulgurante. “A satisfação é dupla, tripla”, disse.

Anri Egutidze foi o outro protagonista do dia entre a Missão Portuguesa que está a participar nos Jogos do Mediterrâneo, ao conquistar a medalha de bronze na competição de Judo (-81kg).

Até ao combate pelo bronze, Egutidze realizou quatro combates, tendo perdido o primeiro com o grego Alexios Ntanatsidis, o que o atirou para as repescagens. Mas, a partir daí venceu sucessivamente Aristos Michael (Chipre), Achraf Moutii (Marrocos) e Alfonso Solana (Espanha), enfrentando a aguerrida claque local. “Foi um bocado difícil, porque a competição tinha bom nível, com atletas fortes e eu tinha vindo de um estágio e estava um pouco cansado.”

O judoca português sublinhou querer mais da competição, em Tarragona. “Não fiquei tão feliz quanto queria.” E o desejo era mesmo ficar mais acima, no pódio: “Claro que sim, mas mesmo assim estou feliz com o bronze. Isto não são os Jogos Olímpicos, mas é importante para a preparação. Sabia que não seria fácil, por estar a lutar com um espanhol – a quem já tinha ganho – em sua própria casa.”

Esta quinta-feira passada a dupla portuguesa do ténis, composta por Bernardo Saraiva e Gonçalo Falcão, viu fugir o sonho do ouro, ao perder a meia-final, mas joga na sexta-feira pelo bronze, dia em que voltam à ação os campeões de Equestre, agora na prova individual mista.

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