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Líbia: Portugueses já estão na Grécia

Os cerca de 50 portugueses, funcionários da construtora brasileira Queiroz Galvão que estavam em Benghazi, Líbia, já estão em Atenas e regressam segunda-feira a Lisboa, avança a Lusa. Entretanto, esta madrugada, a ONU aprovou uma resolução de sanções
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Os cerca de 50 portugueses, funcionários da construtora brasileira Queiroz Galvão que estavam em Benghazi, Líbia, já estão em Atenas e regressam segunda-feira a Lisboa, avança a Lusa. Entretanto, esta madrugada, a ONU aprovou uma resolução de sanções à Líbia e pede o julgamento de Muamar Kadafi por crimes contra a humanidade.

“Estamos no autocarro a caminho do hotel. Chegámos às 07:30 locais (05:30 de Lisboa)”, indicou uma das portuguesas, Cláudio Boino, à Lusa, acrescentando que a viagem desde a Líbia num “ferry” fretado pela empresa brasileira “foi muito boa, sem sobressaltos.

O ferry foi fretado por uma empresa brasileira de construção onde trabalham portugueses. A bordo seguem 56 cidadãos nacionais, 146 brasileiros, três espanhóis, cinco irlandeses e um tunisino.

Com a saída destas 56 pessoas, deixa de haver conhecimento de qualquer português na Líbia neste momento.

ONU aprova sanções à Líbia e julgamento de Kadafi em Haia

O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) aprovou na madrugada deste domingo uma resolução que prevê sanções à Líbia e o pedido de julgamento do líder líbio Muamar Kadafi por crimes de guerra, informa o jornal espanhol “El País”.

De acordo com a publicação, o texto aprovado após quase dez horas de discussão prevê sanções econômicas ao regime líbio, proíbe viagens de Kadafi, sua família e dos funcionários que o protegem ao exterior, congela suas contas, embarga as vendas de armas e denuncia atrocidades cometidas durante a repressão aos protestos no país como “crime contra a humanidade” que “merecem ser julgados pela Corte Penal Internacional de Haia”.

O jornal destaca  rapidez com que a resolução foi elaborada. Sob pressão do secretário-geral da entidade, Ban Ki-moon, o texto saiu em cinco dias. Esta é a segunda vez que o conselho encaminha uma violação de direitos humanos à Justiça internacional. A primeira foi provocada pelo caos em Darfur.

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