Sociedade

Leiria: Politécnico tem fundo para apoiar estudantes

O Instituto Politécnico de Leiria (IPL) dispõe agora de um Fundo de Apoio Social ao Estudante, um mecanismo de apoio aos estudantes carenciados que tinha sido anunciado em Novembro e foi formalizado no final de Dezembro.
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O Instituto Politécnico de Leiria (IPL) dispõe agora de um Fundo de Apoio Social ao Estudante, um mecanismo de apoio aos estudantes carenciados que tinha sido anunciado em Novembro, na cerimónia de abertura solene do ano letivo, e foi formalizado no final do mês passado.
 
De acordo com comunicado do IPL, o fundo tem por base 1% do valor das propinas dos 1.º e 2.º ciclos e dos cursos de especialização tecnológica e, a par da política de apoio social que o estabelecimento de ensino superior tem desenvolvido, pretende contribuir para que nenhum estudante abandone a formação por motivos de ordem socioeconómica.
 
O presidente do Instituto Politécnico de Leiria, Nuno Mangas, defendeu que a falta de recursos financeiros que permitam aos alunos manter e completar os seus estudos superiores “é uma questão que transcende o foro pessoal. É uma questão social e até civilizacional, à qual temos de dar resposta”.
 
O objetivo do Fundo de Apoio Social ao Estudante é precisamente esse, sendo que a medida será completada com outras ajudas já disponibilizadas pelo instituto, como “o estabelecimento de parcerias com empresas para a atribuição de bolsas de estudo a estudantes”, o que, segundo Nuno Mangas, “demonstra o empenho da instituição em fazer com que a atual situação económica afete o menos possível a formação dos jovens”.
 
Com efeito, segundo o responsável, no último ano letivo, “seis centenas de estudantes” frequentaram os respetivos cursos sob planos especiais de pagamento de propinas, sendo que “mais de uma centena” prestou “colaboração remunerada” nos Serviços de Ação Social do IPL.
 
Segundo a instituição, a criação deste fundo reuniu o consenso das direções das várias escolas, sendo que os montantes para o seu funcionamento serão sujeitos a revisão periódica que variará com a execução orçamental e a evolução da situação económica e financeira de Portugal.
 
 
 
 

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