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Irão suspende sentença de Sakineh Ashtiani

A presidente do Comité para os Direitos Humanos do Parlamento iraniano, Zohreh Elahian, afirmou que a pena de morte de Sakineh Mohammadi Ashtiani, condenada por alegado adultério e assassinato, foi suspensa, reporta a agência oficial iraniana ILNA.
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A presidente do Comité para os Direitos Humanos do Parlamento iraniano, Zohreh Elahian, afirmou que a pena de morte de Sakineh Mohammadi Ashtiani, condenada por alegado adultério e assassinato, foi suspensa, reporta a agência oficial iraniana ILNA.

A informação terá sido endereçada à presidente do Brasil, Dilma Rousseff, numa carta onde se pode ler que o apelo dos filhos da mulher terá pesado na decisão da Justiça iraniana.

O caso gerou ondas de protesto em todo o mundo, uma vez que as autoridades condenaram Sakineh à morte por apedrejamento. A pressão internacional levou a que essa pena fosse suspensa, mas a mulher continuava sujeita ao enforcamento pelo mesmo crime.

Dilma Rousseff veio reiterar a posição já tomada publicamente pelo anterior presidente do Brasil, Lula da Silva, que se mostrou disposto a dar abrigo a Sakineh no país.

Por agora, a iraniana deverá continuar a cumprir a pena de prisão, mas poderão registar-se desenvolvimentos futuros no caso.

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