Negócios e Empreendorismo

Imóveis: Lisboa atrai mais investidores do que Londres

A edição deste ano do Emerging Trends in Real Estate, um relatório que avalia anualmente como é que os profissionais de imobiliário na Europa estão em relação às suas perspetivas de negócios, coloca Lisboa no ranking das melhores 10 cidades para se i
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A edição deste ano do Emerging Trends in Real Estate, um relatório que avalia anualmente o interesse dos profissionais do ramo imobiliário na Europa, coloca Lisboa no ranking das melhores 10 cidades para se investir em imobiliário, ficando à frente de cidades como Londres ou Milão.

A capital surge em nono lugar desta lista, saltando 17 posições em relação a 2014. Desta forma, consegue estar à frente de cidades como Londres (no último lugar do 'top' 10), Milão ou Roma, que em 2015 desceram para o 12º e o 27º lugares, respetivamente.

O mesmo relatório, feito pelo Urban Land Institute e pela PWC, salienta ainda a medida dos 'Vistos Gold', estabelecida pelo Governo em 2012, e que permitem residência permanente a todos os investidores que adquirirem 500 mil euros ou mais em imóveis.

Segundo a mesma fonte, esta medida tem trazido vários investidores a Portugal, fazendo com que o país se torne um dos preferidos para se investir em imobiliário.

Esta lista destaca a recuperação económica de algumas cidades da Europa do Sul, tal como Atenas e Madrid (a cidade espanhola ficou colocada em terceiro lugar, estando pela primeira vez neste 'ranking', tal como Lisboa). A capital grega e Amesterdão estão também nesta lista pela primeira vez, surgindo em quinto e em oitavo lugares, respetivamente.

No total, são 28 cidades avaliadas por este relatório, que coloca Zurique nas últimas posições. Moscovo também é outra das cidades que caiu no 'ranking', até ao último lugar, sobretudo devido ao clima de guerra e instabilidade que se vive há mais de ano naquela região, marcado pela anexação da Crimeia, em Março do ano passado.

“As sanções da Europa e dos Estados Unidos levaram a restrições nos bancos e corporações russas”, conforme é descrito no relatório. Para além disso, “esta política instável e o clima económico ajudaram a uma quebra no mercado imobiliário daquele país”, salienta ainda o mesmo estudo.

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