Saúde

Identificado defeito genético que causa enxaqueca

Uma equipa de cientistas do Reino Unido e Canadá identificou o defeito genético relacionado com a enxaqueca que pode abrir caminho ao desenvolvimento de novos tratamentos e aumentar a qualidade de vida dos que sofrem com o problema.
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Uma equipa de cientistas do Reino Unido e Canadá identificou o defeito genético relacionado com a enxaqueca que pode abrir caminho ao desenvolvimento de novos tratamentos e aumentar a qualidade de vida dos que sofrem com o problema.

Os cientistas recolheram ADN de pessoas que sofrem habitualmente com a doença, bem como das suas famílias. Descobriram que se o gene apelidado Tresk tiver um defeito, pode ativar nervos relacionados com a dor e causar a dor de cabeça severa.

“Demos um passo enorme no nosso entendimento sobre o porquê as pessoas sofrerem de enxaquecas e como em certos casos a sua família pode literalmente ser a causa de as ter”, referiu o Dr. Zameel Carder da Universidade de Oxford referindo-se à influência genética em que pessoas da mesma família apresentaram o mesmo gene defeituoso.

Em todo o mundo, uma em cada cinco pessoas sofre de enxaqueca. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a cefaleia é a maior causa de incapacidade.
A enxaqueca caracteriza-se por uma dor de cabeça forte, prolongada e que normalmente é focada na parte da frente do cérebro ou num dos lados da cabeça.

Nalguns casos, a enxaqueca é antecedida por um aviso ocular – aura. Algumas pessoas têm, simultaneamente, náuseas e sensibilidade à luz.

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