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Haiti: AMI mantém ajuda no território

A organização não governamental portuguesa AMI (Assistência Médica Internacional) fez o balanço de um ano de intervenção no Haiti com cerca de 10 mil consultas médicas realizadas e mais de 10 mil pessoas ajudadas incluindo 1.583 famílias distribuídas
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A organização não governamental portuguesa AMI (Assistência Médica Internacional) fez o balanço de um ano de intervenção no Haiti com cerca de 10 mil consultas médicas realizadas e mais de 10 mil pessoas ajudadas incluindo 1.583 famílias distribuídas por 970 tendas em três campos de deslocados geridos por esta ONG.

Contabilizam-se “perto de 10 mil consultas médicas dadas”, disse a diretora do Departamento Internacional da AMI, Tânia Barbosa, em entrevista à Lusa, acrescentando que no total “10.065 pessoas foram ajudadas pela AMI”.

Segundo Tânia Barbosa, as equipas de emergência da AMI terminam os trabalhos no Haiti a 31 de janeiro, mas a instituição não abandonará o país.

“Vamos aumentar o apoio às organizações locais, à semelhança do que aconteceu com o tsunami de 2004”, recorda, referindo que no Haiti a AMI tenciona “aumentar o apoio às organizações locais em várias áreas, nomeadamente na segurança alimentar ou na construção de escolas e postos de saúde”.

O sismo de magnitude sete que abalou o Haiti a 12 de janeiro de 2010 fez mais de 200.000 mortos e desalojou 1,9 milhões de haitianos, cerca de 15 por cento da população total do país.

Depois de fustigados em setembro e outubro por ciclones que destruíram tendas de apoio e dificultaram os trabalhos no Haiti há ainda o surto de cólera que já infetou 148.787 haitianos, segundo dados do Ministério da Saúde do Haiti.

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