Espetáculos e Exposições

Há répteis voadores no Museu da Lourinhã

A recente descoberta de uma importante jazida com pegadas de pterossaurus, levada a cabo por investigadores do Museu da Lourinhã, motiva uma inédita exposição temporária que estará patente ao público a partir do próximo dia 6 de agosto na vila da Lou
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A recente descoberta de uma importante jazida com pegadas de pterossaurus, levada a cabo por investigadores do Museu da Lourinhã, motiva uma inédita exposição temporária que estará patente ao público a partir do próximo dia 6 de agosto na vila da Lourinhã.

Com mais de 100 pegadas de pterossauro, trata-se da maior jazida conhecida, a nível mundial, datada do Jurássico. A dimensão de algumas pegadas indicia a existência de animais de porte invulgarmente grande para a época.

Frequentemente confundidos com os dinossauros, os répteis voadores apenas com eles partilharam o tempo da sua existência – a era Mesozóica. De facto os pterossauros não estão na origem das aves, nem são aparentados com outras espécies voadoras.

A par das placas de pegadas agora patentes, a exposição temporária contará com réplicas de Rhamphorhynchus, bem como ossos e dentes fossilizados deste réptil voador.

Para além destas peças, pertencentes ao acervo do Museu da Lourinhã, o visitante pode também observar outros fósseis, da mesma temática, provenientes de Angola. Os fósseis estão temporariamente disponíveis enquanto estão a ser estudados no Museu lourinhanense, graças a um projeto científico internacional.

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