Inovação e Tecnologia

‘Gadget’ identifica HIV em 15 minutos com smartphone

Investigadores da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, desenvolveram uma técnica que permite, em 15 minutos, diagnosticar, a partir do smartphone, doenças sexualmente transmissíveis, como a SIDA ou a Sífilis, em apenas 15 minutos. Especialis
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Investigadores da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, desenvolveram uma técnica que permite, em 15 minutos, diagnosticar, a partir do smartphone, doenças sexualmente transmissíveis, como a SIDA ou a Sífilis, em apenas 15 minutos. Especialistas acreditam que esta invenção poderá ajudar a controlar este tipo de doenças em países menos desenvolvidos.

Para o teste, é apenas necessária uma gota de sangue, que é inserida num aparelho ligado ao smartphone que, em apenas 15 minutos, consegue indicar a presença de dois tipos de sifílis e de um dos vírus do HIV.

De acordo com a universidade, o sistema tem um funcionamento semelhante ao dos testes convencionais, geralmente usados nos rastreios de doenças sexualmente transmissíveis.

Produção do aparelho custa apenas 29 euros

Este aparelho, batizado de SIA, será de baixo consumo, de forma a conseguir ser manuseado em países onde a eletricidade é escassa. Além disso, a sua produção rondará apenas os 29 euros, quando a maior parte dos equipamentos usados nestes testes milhares de euros.

Este sistema também está a ser desenvolvido para que possa ser usado sem bateria, através da implementação de uma ligação que é inserida na entrada dos auscultadores, para que ser usada em qualquer dispositivo, seja smartphone ou tablets.

Desta forma, será possível “ampliar os testes de HIV e travar as transmissões deste vírus de forma a um dia se consiga eliminar esta doença”, defende Samuel K.Sia, líder da investigação, citado no comunicado divulgado esta semana no site oficial da Universidade de Columbia.

O equipamento, que foi esta semana publicado na revista científica Science Translational Medicine, já foi testado na cidade de Ruanda, em África, em 96 pessoas.

97% dos participantes disseram que recomendariam o sistema, uma vez que ele é “rápido, eficaz na apresentação de resultados e cujo procedimento é simples”, como explica o mesmo comunicado.

Notícia sugerida por António Resende

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