Ciência

Fundação Gates financia investigadores nacionais

Dois cientistas portugueses foram seleccionados para a fase inicial de uma bolsa de investigação no valor de cem mil dólares, cerca de 72 mil euros, financiados pela Fundação Bill e Melinda Gates, nos EUA, para descobrirem uma vacina contra a malária
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Dois cientistas portugueses foram seleccionados para a fase inicial de uma bolsa de investigação no valor de cem mil dólares, cerca de 72 mil euros, financiados pela Fundação Bill e Melinda Gates, nos EUA, para descobrirem uma vacina contra a malária. A quem for bem sucedido irão atribuir na fase final fundos no valor de um milhão de dólares.

Miguel Prudêncio do Instituto de Medicina Molecular de Lisboa e Miguel Soares do Instituto Gulbenkian de Ciências, em Oeiras, ficaram entre os 65 investigadores seleccionados pela Fundação Gates.

Concorreram cerca de 2.400 projetos que refletem as várias hipóteses de investigação científica para desenvolver uma vacina contra a malária mas nem todas são “out of the box” (fora da caixa), conforme refere a Fundação que procura exatamente ideias inovadoras, até mesmo revolucionárias, para erradicar esta doença.

A malária é transmitida por um mosquito e que mata cerca de um milhão de pessoas por ano e ameaça cerca de 40% da população mundial.

“Há um consenso generalizado que só se vai conseguir erradicar a malária se se atacar em várias frentes: com medicamentos novos para o tratamento e na prevenção através da vacina. O facto da Fundação Bill e Melinda Gates ter objetivos tão clara e publicamente traçados pode dar impulso adicional a outras entidades competentes para financiarem a ciência”, realça Miguel Prudêncio, citado pela Sic Online.

[Notícia sugerida pelas utilizadoras Silvia Castro e Céu Guitart]

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