Cultura

Filme português vence no Festival Temps D’Images

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O Filme português “A Arca do Éden” venceu o prémio de Melhor Filme inserido nos Prémios Para Filmes sobre Arte, do Festival Temps D'Images. Realizado por Marcelo Félix, concorria com 33 filmes sobre arte, dos quais 12 eram também portugueses.

O veredicto foi conhecido no passado sábado na Faculdade de Belas Artes de Lisboa (FBAUL), onde os filmes foram exibidos ao longo da semana. “A Arca do Éden” conquistou o Prémio de Melhor Filme, e a longa-metragem “Luz Teimosa”, de Luís Alves de Matos, venceu o Prémio Melhor Filme Português.

Além destes dois galardões, foi ainda atribuído um terceiro prémio para o filme que melhore reflete a importância das artes na sociedade e de forma mais original. O vencedor nesta categoria foi “The Reach of Resonance”, do americano Steve Elkins, conta a Lusa.

Esta foi a quarta edição dos Prémios de Cinema Para Filmes sobre Arte que entrega ao grande vencedor um prémio de 2.000 euros, e aos outros dois uma quantia de 1500 euros. O Festival Temps D'Images foi fundado em França, pelo canal Arte e Da Ferme du Boisson. Este ano estendeu-se, além de Portugal, à Alemanha, Hungria, Itália, Polónia e Roménia. No nosso país é organizado pela DuplaCena. 

Os parceiros, além da FBAUL, são o Centro Cultural de Belém, a Culturgest, o Teatro Maria Matos, o Teatro São Luiz, a Cinemateca, o Museu do Chiado, o Teatro Camões, a Galeria Graça Brandão, a EIRA, o Palácio Quintela, o Carpe Diem e o Museu da Eletricidade, diz a Lusa.

Dos 33 filmes foram ainda atribuídas duas menções honrosas. Uma calhou ao realizador português Rogério Taveira, pelo filme “Alberto Caneiro”. A outra foi dada ao filme “Mama tata bogI szatan” (My mum, dad, god and satan), do polaco Pawel Jozwiak-Rodan.

No júri estiveram Catarina Lino, Fernando Fadigas, Mafalda Relvas e Alexandre Rendeiro, estudantes finalistas de cursos de arte, performance e música, e Kersti Uibo, o presidente da mesa.

Entre os realizadores que mostraram filmes no ciclo – alguns deles presentes nas sessões – contavam-se Marcos Ribeiro (Brasil), Louise Faure e Anne Julien (França), François Lévy Kuentz (França), Jo Graell (Espanha), Rima Yamazaki (EUA), Lucian Muntean e Natasa Muntean (Servia), Steve Elkins (EUA), Lee Hyung-suk (Coreia do Sul), Katherine Knight (Canadá), Philipp Hartmann (Alemanha), Michael Kam (Singapura), Nina Galanternick (Brasil) e Ghislaine Heger (Suiça).

Quanto aos filmes portugueses, foram exibidos “Augusto Canedo”, de João Paulo Ferreira, “Longe no Tempo”, de Beatriz Tomaz, “Atelier”, de Susana Nascimento Duarte, “Alberto Caneiro”, de Rogério Taveira, “Ana Vieira… O que não é visto”, de Jorge Silva Melo, “Magiae Naturalis”, de Tiago Cravidão, “Iberiana”, de Filipe Araújo, “Lapsus Sonorus”, de Luís Margalhau, “Luz Teimosa”, de Luís Alves de Matos, “Ao Vivo”, de Gil Maddalena, “Francesco Bronze”, de Quintinho Basto, e “A Arca do Éden”, de Marcelo Felix.

[Notícia sugerida por Patricia Guedes]

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