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EUA: Menino angaria dinheiro para ajudar cão doente

Um rapaz de oito anos angariou dinheiro para comprar uma cadeira de rodas para o seu cão, que perdeu a mobilidade das patas traseiras devido a uma doença neurológica.
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Um rapaz de oito anos angariou dinheiro para comprar uma cadeira de rodas para o seu cão, que perdeu a mobilidade das patas traseiras devido a uma doença neurológica. Com a sua vontade de ajudar, o jovem norte-americano Ryder McConathy devolveu a independência ao animal e recuperou o seu companheiro de brincadeiras.
 
Cacious, um boxer de nove anos, foi diagnosticado com mielopatia degenerativa canina, uma patologia que provoca a perda da coordenação dos movimentos e a debilidade (ou mesmo paralisia) dos membros posteriores e, depois de uma queda nas escadas, os donos aperceberam-se de que a situação estava a piorar.
 
“Ele caiu das escadas e no dia seguinte reparámos que ele arrastava as patas. Foi aí que percebemos o que se estava a passar”, contou Ryder, natural do estado do Kentucky, à televisão local KSN. “Sabíamos que a única coisa que podíamos fazer era arranjar-lhe uma cadeira de rodas”, acrescentou a mãe do menino, Lyssa McConathy.
 
Incapaz de se conformar com a situação, Ryder, que, segundo os familiares, encara o animal como um irmão, decidiu tomar medidas e angariar dinheiro para adquirir o equipamento através da venda de porta-chaves e ímanes para o frigorífico. Em apenas alguns dias, o rapaz conseguiu, com o apoio da comunidade, juntar 315 dólares (cerca de 235 euros).
 
Visto que o valor obtido foi mais do que suficiente para a compra da cadeira, a família decidiu doar o restante a uma instituição de solidariedade. Entretanto, Cacious está a adaptar-se às duas rodas que agora o ajudam a deslocar-se.
 
“Esperamos que isto lhe vá dar muito mais liberdade e mobilidade e que lhe permita continuar connosco durante muito tempo”, admitiu Lyssa, que afirma que é possível perceber que o animal já não tem dores e que tem mais vontade de brincar do que nunca. 
 
Em relação à iniciativa do filho, a progenitora mostrou-se emocionada, mas não surpreendida. “É a natureza dele. Está sempre a pensar em maneiras de ajudar”, concluiu.

Notícia sugerida por Raquel Baêta

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