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Cultura japonesa invade Museu do Oriente em Maio

O Museu do Oriente, em Lisboa, irá realizar nos próximos dias diversas atividades e workshops dedicados à cultura nipónica, destacando algumas artes inspiradas no Japão como o a arte de dobrar papel (origami)
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O Museu do Oriente, em Lisboa, irá realizar nos próximos dias diversas atividades e workshops dedicados à cultura nipónica, destacando algumas artes inspiradas no Japão como o a arte de dobrar papel (origami) e a escrita de pequenos poemas (haiku). 

As atividades iniciam-se na quarta-feira, dia 13 de Maio, com a oficina “Sashiko: Alinhavos para bordar” que consiste em dar a conhecer as origens desta técnica de ponto simples, que se utiliza para criar elementos decorativos nos mais diversos tecidos, sendo esta aprendizagem útil para aqueles que querem renovar o seu guarda-roupa.

Já os amantes das dobragens em papel (origami) poderão aprender mais sobre as diferentes vertentes e estilos desta arte nos seguintes workshops: “Origami Envelopes e Cartas”, “Mestres do Origami: Kunihiko Kasahara” e “Abajur em origami”.

As atividades dedicadas a esta técnica realizam-se a partir do dia 16 de Maio e visam contextualizar a dobragem da carta e do envelope na história do origami: “noshi”, “tsutsumi” e “tato” são alguns dos invólucros de papel que se irão dar a conhecer nestas sessões.

O Museu do Oriente vai, também, homenagear o mestre Kunihiko Kasahara (Japão, 1941), dedicando-lhe um ateliê que se irá realizar no dia 20 de Maio.

Este mestre japonês marcou a história do Origami, lançando uma nova luz sobre os métodos tradicionais e ideias de geometria simples, dando a conhecer estudos de vertente matemática de origamistas menos divulgados.

Nesse mesmo dia, esta técnica também é protagonista numa oficina que se dedica à construção de abajures para candeeiros feitos em origamis. No final da sessão, os participantes poderão levar para casa os objetos que criaram.

Por último, no dia 27 de Maio, irá realizar-se uma atividade dedicada à arte de entrançar fios de seda, denominada de Kumihimo. Está técnica remonta aos tempos dos conhecidos samurais, utilizada para realizar a faixa que existe na cintura, que pertence ao fato de kimono.

Esta aplicação tem o nome de “obi” e, tal como nas outras oficinas, os participantes poderão levar consigo o cordão que construírem para aplicar numa pulseira ou porta-chaves, por exemplo.

Os interessados terão que inscrever-se previamente nas sessões que têm, em média, um custo de 20 euros, havendo contudo atividades que ultrapassam este valor.

Para obter mais informações sobre esta iniciativa clique AQUI.

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