Sociedade

Cruz Vermelha recebe medalha da rainha espanhola

A Cruz Vermelha Portuguesa (CVP) foi, esta quarta-feira, agraciada com uma Medalha de Ouro da Cruz Vermelha Espanhola no dia em que se assinalou a celebração do 150º aniversário do Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho.
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A Cruz Vermelha Portuguesa (CVP) foi, esta quarta-feira, agraciada com uma Medalha de Ouro da Cruz Vermelha Espanhola no dia em que se assinalou a celebração do 150º aniversário do Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho. A medalha foi atribuída à instituição durante uma cerimónia presidida pela Rainha Sofia de Espanha.
 
As 187 sociedades nacionais e os cerca de 13 milhões de voluntários comemoraram, a 8 de Maio, um século e meio de ação humanitária, bem como a sua relevância local e global num mundo em constante mudança, explica a CVP em comunicado. Neste âmbito, a organização nacional foi premiada em Málaga, Espanha, pelo seu trabalho. 
 
“Apesar das dificuldades, temos a forte convicção de que as nossas comunidades e o mundo podem ser melhores e que este desígnio não deve sair do nosso horizonte”, afirmaram os responsáveis no discurso oficial de agradecimento da medalha, mostrando-se satisfeitos com “o reconhecimento, pela Cruz Roja Española, da missão e trabalho [da CVP] em favor dos mais vulneráveis”. 
 
“Face à crise económica e social que vivemos em Portugal, as carências humanitárias são muitas e atingem diversos grupos. Neste cenário, a Cruz Vermelha Portuguesa tem vindo a procurar encontrar novos caminhos de esperança e oportunidades”, destacou Luís Barbosa, presidente nacional da CVP,  garantindo que a instituição se compromete “a continuar a fazê-lo sempre.
 
O caminho do Movimento Internacional da Cruz Vermelha começou a traçar-se há 150 anos atrás, quando o humanista suíço Henry Dunant publicou o livro “Recordação de Solferino” e sugeriu a criação de sociedades voluntárias de socorro em tempo de guerra e de um tratado internacional que protegesse as vítimas desse conflito.
 
Esta foi a primeira semente das futuras Convenções de Genebra e para o Direito Internacional Humanitário e, salientou a CVP, as ideias de Henry Dunant continuam, ainda hoje, “a ser os pilares do Movimento, dando-lhe força, sentido e significado”. 

Notícia sugerida por Elsa Martins

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