Negócios e Empreendorismo

Consultora portuguesa distinguida em Pequim

O município de Pequim, na China, acaba de distinguir a Sociedade Portuguesa de Inovação (SPI) pelo seu papel "na promoção da cooperação entre empresas chinesas e europeias", que lhe valeu agora o título de "Excelente Parceiro Internacional".
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O município de Pequim, na China, acaba de distinguir a Sociedade Portuguesa de Inovação (SPI) pelo seu papel “na promoção da cooperação entre empresas chinesas e europeias”, que lhe valeu agora o título de “Excelente Parceiro Internacional”. O anúncio foi feito esta segunda-feira pelo representante local da consultora portuguesa. 
 
“É um reconhecimento do nosso contributo para desenvolver a cooperação empresarial entre a Europa e a China e também para a internacionalização das empresas chinesas”, afirmou Richard Deng, responsável da SPI em Pequim, onde a empresa, com sede no Porto, está instalada há 14 anos, em declarações à agência Lusa.
 
A distinção foi atribuída pela Comissão Municipal de Ciência e Tecnologia do Governo de Pequim, sede de um município com mais de 20 milhões e que tem cerca de metade do tamanho da Bélgica. 
 
Segundo Richard Deng, o segredo do sucesso – não só da SPI, mas de qualquer empresa que ambicione ter sucesso na China – é o tempo, aliado à paciência. “É preciso tempo para conhecer o mercado e estabelecer relações de confiança”, explicou.
 
“O mais importante é encontrar o parceiro certo e adotar uma estratégia de flexibiidade. Os chineses são muito flexíveis”, acrescentou ainda Deng. 
A SPI, que se foca “na temática da inovação” e nas “oportunidades de desenvolvimento dos vários tipos de organizações”, dedica-se à oferta de serviços nas áreas da Consultadoria, Formação e Investigação & Desenvolvimento. 
 
De recordar que, em Dezembro do ano passado, a empresa portuguesa foi selecionada pela Comissão Europeia para liderar um estudo de ano e meio sobre a evolução da ciência, tecnologia e inovação na China.
 
Trata-se do primeiro estudo europeu nesta área, com o objetivo de fornecer “recomendações para orientar a União Europeia e os seus países membros no desenvolvimento de uma estratégia de colaboração”, explicou, à data, a administradora da SPI, Sara Medina. 

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